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VIVA LIVRE


“Acho, então, esta lei em mim: que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo. Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse faço” (Romanos 7.21,19 | ARC).

Muitos vivem esse dilema de não fazer o que querem, mas, ao contrário, o que lhes dá desprazer e dor na consciência é o que fazem. Que coisa horrível é viver assim, sob essa pressão que tanto mina a felicidade das pessoas.

“Acho, então, esta lei em mim: que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo. Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse faço.” Vamos compreender mais um pouco por que isso acontece. Há uma lei dentro do ser humano que o impõe fazer o contrário do desejo do seu ser verdadeiro, que é o espiritual. Essa é a lei da vontade carnal, que se opõe à espiritual e se acha no homem natural, de modo que se não for mortificada produz inúmeros desdobramentos na vida das pessoas, tais como:

  • Desejos sexuais desenfreados que, para serem satisfeitos, conduzem as pessoas a agirem como animais, destruindo a dignidade espiritual e moral do ser humano com consequências desastrosas na família. Para tal mal o infelicitado trai o seu cônjuge e a Lei de Deus, perverte e engana os jovens no início da vida, despertando-os para a sensualidade e a anormalidade dos sentidos, perecendo-os em seus sonhos.
  • Amor ao dinheiro, o afã para conquistar riquezas materiais a qualquer custo. Assim as pessoas se enveredam pelas manchas da corrupção, do roubo, da mentira e do engano, com consequências dolorosas para si mesmas, para a família e para a sociedade, submetendo todos à vergonha.
  • O sonho carnal da fama, a vontade de ser conhecido na sociedade, leva o ser humano a passar muitas vezes por humilhações, sendo até mesmo ridicularizado ou cometendo loucuras contra si mesmo, no corpo, na alma e no espírito.

Essa lei perversa tem por objetivo jogar a pessoa no precipício, fazendo-a transgredir para cobrar-lhe depois pela sua transgressão. É uma lei que estimula a obediência ao erro para condenar o transgressor. É uma lei que trabalha para o cometimento do mal e depois na acusação mental.

Tudo isso ocorre quando, no tribunal da consciência humana, o diabo, que leva o homem a pecar, o acusa. Como solução, o maligno sugere a fuga, oferecendo ao homem mais erros para que o oprimido continue em tudo sendo devedor. Por exemplo: comprando e não pagando, vira devedor; pedindo emprestado e não devolvendo, vira devedor; acertando trabalho e não o realizando, vira devedor; prometendo e não cumprindo, vira devedor; enganando com mentiras pessoas inocentes para tirar delas o que deseja, vira devedor. Esses débitos vão aumentando dia após dia na vida do oprimido, enquanto o opressor lhe oferece mais fugas que o encarceram cada vez mais. “Acho, então, esta lei em mim: que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo. Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse faço.”

A decisão é acabar de vez com esse mal. A decisão é aniquilá-lo para sempre. Só Jesus pode acabar com isso. Porque todos os que ainda não entregaram a vida a Jesus, e não foram lavados pelo sangue precioso do Senhor, sofrem com esses ataques diabólicos. Da mesma forma, sofrem também aqueles que já nasceram de novo, mas ainda se conformam com este mundo e, por conta disso, ainda não foram transformados pela renovação do seu entendimento, para compreender “a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Romanos 12.2 | ARC).

A verdade é que, ao nascer de novo, a dívida pecaminosa do homem é retirada de suas costas pelo sangue de Jesus. Viver em liberdade é seu direito. Foi para a sua liberdade que Cristo morreu e ressuscitou. Não dê lugar ao diabo. Viva livre. Amém.

Na alegria do Senhor, que é a nossa força,
Abdias Campos, servo do Deus vivo




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