Mensagem de Poder
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O VERDADEIRO NOVO NASCIMENTO
Paulo estava falando acerca dos que se gloriam na carne e não têm outro interesse a não ser esse, quando então declara:
“Mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu, para o mundo” (Gálatas 6.14 | ARC).
Essa é uma declaração que testifica do novo nascimento. É extraordinário perceber que o novo nascimento nos leva a sermos novas criaturas, inteiramente novas, TUDO NOVO, filhos moldados nos moldes do Reino da Verdade. Prática viva, sem esforço, é natural do viver o Reino. “Mas longe esteja de mim gloriar-me.” É como se dissesse: “Essa coisa de buscar a glória da tradição para mim não tem mais valor nem validade. Não cabe mais em mim; não me serve”. A glória deste mundo é vaidade e presunção, as quais alimentam as pessoas com coisas inconstantes, que mudam de forma fácil e frequente. A pessoa presume um resultado que envolve outras pessoas e outras situações; o resultado não acontece como imaginou e ela se infelicita. Pensou que ia ser assim e não foi; ficou frustrada. “Longe de mim gloriar-me disso. Distantes de mim estão essas coisas ligadas ao mundo, para o qual eu fui morto com Cristo.” Essa é a declaração do nascido de novo, porque vive assim, nascido de Cristo Jesus, nascido da Verdade de verdade. Não me glorio, “a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo”, na qual fomos mortos, juntamente com Ele, para os enganos do mundo, festividades artificiais, datas, comemorações, rituais forçados a “me fazerem feliz”. NÃO, mil vezes, NÃO. Fui morto com Cristo. Na cruz, eu me glorio; na morte e ressurreição do Senhor Jesus, eu me felicito; foi lá que Ele pagou o meu resgate, livrou-me das garras astutas do diabo, libertou-me dos enganos da vaidade e da presunção. Morri com Ele e ressuscitei para a vida eterna, na crucificação de Cristo, na cruz, “pela qual o mundo está crucificado para mim e eu, para o mundo”. Morri para o mundo e o mundo está morto para mim. Essa é a nossa liberdade eterna. Somos verdadeiramente nascidos de novo.
“E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas e as considero como esterco, para que possa ganhar a Cristo” (Filipenses 3.8 | ARC). Eu perdi, deixei para lá, lancei fora todas as coisas que me ligavam ao mundo, pela dignidade de conhecer a Cristo, meu Senhor, meu Salvador, pelo qual foi morta a velha criatura com todas as suas carnalidades que considero como esterco, para que eu pudesse ganhar a liberdade com que Cristo me libertou, a salvação da opressão do mundo, a alegria de viver em paz—LIVRE!
“Sabendo isto [é bom saber]: que o nosso velho homem foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, a fim de que não sirvamos mais ao pecado” (Romanos 6.6 | ARC). A pessoa não serve mais ao pecado somente se estiver em Cristo. Isaías 64.6 nos lembra que toda a justiça humana é como trapo de imundícia. Isso nos diz que, por mais que façamos boas obras por nós mesmos, sem a direção do Senhor e segundo o conceito humano, são trapos de imundícia. Portanto, não há honra, não há salvação nisso. A salvação não é por obra humana, mas divina; nós nos ligamos a Deus pela fé, segundo a Sua Palavra, e somos salvos por Sua graça. “Mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu, para o mundo” (Gálatas 6.14 | ARC). Amém. Glória a Deus!
Na alegria do Senhor, que é a nossa força,
Abdias Campos, servo do Deus vivo
