Abdias Campos
         
 

Abdias nos Campos de Versos

Livraria Virtual

Educando com Arte

:::ABDIAS nos CAMPOS de versos:::

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Para ler um pequeno trecho do cordel, clique sobre ele!

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Temas Infantis

Folhetaria Campos de Versos

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VOCÊ SABIA? Curiosidades Sobre Animais!

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

(...)

O CANGURU é um bicho
Que vive a vida a pular
Mas os Cangurus só pulam
Porque não sabem andar
E pulando cansam menos
Menos do que caminhar.

As JOANINHAS são lindas!
Além de lindas que são 
Elas ajudam as plantas
Comendo todo o pulgão
Que prejudicam plantinhas
Mas com Joaninha, não.

A BARATA é campeã 
De alta velocidade
Faz um metro por segundo.
Na proporcionalidade
Do tamanho de um homem
Chega a esta intensidade:

150 quilômetros 
Por hora, ela alcançaria.
É uma grande campeã
Do mundo da correria.
Nem mesmo por isso tem
De nós, nossa simpatia.

Campeã também de dribles
Nem Messe pode chegar
Ao que Barata chega
Nessa história de driblar.
Grande habilidade tem
De dos outros se livrar.

Quantas vezes o seu rumo
Ela pode desviar?
25 por segundo
A direção faz mudar.
Haja chinelo e vassoura
Para poder lhe parar.

(...)

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IMITANDO OS ANIMAIS Em Cordel

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

(...)

Quando a vaca quer falar
Abre a boca e solta o som
De longe dá para ouvir
Sua voz dizendo: MOOOM!

O gatinho é muito ágil
Do telhado pra o quintal
Ele vai num pulo só
E sai falando: MIAU!

A galinha acorda cedo
E fica ciscando o pó
Alegre se comunica
Com o seu: CÓ CÓ CÓ!

Já o cãozinho da gente
O nosso amigo legal!
Vive chamando a atenção
Sempre com seu: AU-AU-AU

(...)

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NOSSO TIME É O MELHOR! Aprendendo a Trabalhar em Equipe!

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

- Quem é que quer fazer parte
Do melhor time do mundo?
Quem quiser levante a mão
É agora, num segundo!

Assim começou a aula
Do professor Mustafá
Aula de educação física
A primeira que ele dá

O professor Mustafá 
Tem uma história bonita
Dessas histórias que a gente
Quase que não acredita

Ele era há bem poucos anos
O porteiro da escola
Nas suas folgas brincava
Com as crianças de bola

E assim junto com elas
Ele pôde perceber
Que havia dificuldade
Entre elas em conviver.

O seu Mustafá parou
De trabalhar e pensou
Agora eu vou estudar!
Seu Mustafá estudou.

Quando ele se aposentou
Entrou para a faculdade
E fez educação física
Meu Deus que vitalidade!

Animado a ajudar
A toda e qualquer criança
A dividir e somar
Multiplicar esperança

Fazer o mundo melhor
Onde prevaleça o amor
Em que ajudar o outro
Seja o seu maior valor

E aos 70 anos
Na primeira aula que dá
Perguntou a criançada
O professor Mustafá: 

- Quem é que quer fazer parte
Do melhor time do mundo?
Quem quiser levante a mão
É agora, num segundo!

(...)

Conheça essa emocionante história, uma lição vida que ensina como trabalhar em equipe, produzindo o bem de todos. Adquira o cordel neste site.

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NAS PROFUNDEZAS DO MAR

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

Quando na areia da praia
Sentamos para brincar
Jamais a gente imagina
O que tem dentro do mar

E nem tão pouco pensamos
O quão profundo se faz
E as muitas criaturas 
Que nele habitam em paz

O fundo do MAR PROFUNDO
É um mundo desconhecido
Tem coisas que não sabemos
Que jamais temos ouvido

Muito distante da praia
Além do mar que se vê
São dessas águas profundas
Que eu vou falar pra você

Nesse mergulho nós vamos
Trazer do FUNDO DO MAR
Algumas informações
Do que existe por lá

(...)

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A ABELHINHA MARIA Faz o mel com alegria

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

Eu vou contar uma história
De uma abelha diferente
Que trabalha, pensa e fala
Como se ela fosse gente

Maria é o nome dela
E em sua linda colmeia 
Mora e trabalha fazendo
Mel para toda plateia

Come, come, se lambuza
Fica forte pra voar
Voando recolhe o néctar 
Que é para em mel transformar

Ela diz que quando chega
À colmeia, na carreira,
Ela entrega todo néctar
A abelhinha engenheira

(...)

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MACACO QUINHO

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

Quem conhece o macaquinho
Mais lindo desse lugar?
Se não conhece eu lhe mostro
Na história que vou contar

Seu nome é Macaco Quinho
Come e brinca, brinca e come
Chega bem perto da gente
Mas daqui a pouco some

Ele ri mostrando os dentes
Prende o rabo num galhinho
Se solta e sai a pular
Parecendo um passarinho

É assim o tempo inteiro
Ele é um bichinho brincante
É um artista das árvores
Macaquinho eletrizante

(...)

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LÁ NA FAZENDA

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

Eu era menino ainda
E na fazenda morava
Acordava de manhã
Muito cedinho acordava
Para ajudar ao meu pai
Sempre que ele precisava

O meu pai tirava o leite
Das vacas lá no curral
E eu soltava os bezerros
De cada vaquinha, uau!
Abrindo a porteira quando
O meu pai dava o sinal

Solte o bezerro, dizia:
De Borracha a vaca preta
O bezerrinho corria
Botava a boca na teta
E começava a mamar
Fazendo muita careta

Mamava apressadamente
Em cada teta que via
Quanto mais ele mamava
Mais a teta se enchia
Depois meu pai o tirava
Para a ordenha do dia

Quando a gente terminava
Levava o gado à  pastagem
As vaquinhas com seus filhos
Era a mais bela paisagem
Por isso na minha mente
Está presente essa imagem

(...)

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MINHOCA INHOCA

Autor: Abdias Campos
Editora Abdias Campos
(cordel infantil)

A minhoca Inhoca mora
Debaixo da plantação
Anda por dentro da terra
Ajudando a adubação

Ela gosta de viver
Na terra úmida e quente
Esse bichinho sem osso
Faz bem ao meio-ambiente

A Minhoca Inhoca sabe
Caminhar furando o chão
Para deixar as plantinhas
Cheias de animação

(...)

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FORMIGA DE ROÇA

Autor: Abdias Campos
Editora Abdias Campos
(cordel infantil)

Lá vem a formiga
Para trabalhar
Como um batalhão
Sai pra batalhar

Ela nunca para
Trabalha, trabalha
Jamais se atrapalha
Em tudo que faz

Durante o verão
Ajunta a comida
No inverno escondida
Ela come em paz

Formiga de Roça
É disciplinada
Não para por nada
No seu dia a dia

Quem presta atenção
Como ela labuta
Entende que a luta
Exige energia


(...)

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BONECO NECO Esportista

Autor: Abdias Campos
Editora Abdias Campos
(cordel infantil)

O pai conta para o filho
Que brincando conversava 
Com o seu boneco amigo
E achava que ele falava

Este boneco esportista
Numa eterna brincadeira
Viveu e ainda vive
Na vida mamulengueira

Desde o pai até ao filho
Tem histórias pra contar
Brincou e ainda brinca
Com quem gosta de brincar

Neco Boneco negava 
Ser um boneco somente
Neco afirmava, dizia
Que ele era um boneco gente

Movia braços, pescoço
Movia pernas, cintura
Abria os olhos, falava
Como qualquer criatura

(...)

Adquira o cordel, leia toda história, veja as ilustrações e aprenda divertindo-se.

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PEGUEI NO SONO e LESMA CAROL

Autor: Abdias Campos
Editora Abdias Campos
(cordel infantil)

Pé de vento, ventania
Pé de escada, escadaria
Pé de ouvido ouviria
Longe o vento assobiar 

Na escadaria subindo
Aos ouvidos zunindo
E por cada degrau indo
Até ao quarto chegar

Pés deitados,
Pés dormindo
Pés descansando,
Sorrindo 
Até no sono pegar


(...)

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AS CORES EM CORDEL

Autor: Abdias Campos
Editora Abdias Campos
(cordel infantil)

Marque com “x” pra valer
A resposta que escolher

Entre o AZUL e o LILÁS
Que cor você gosta mais? 

Eu sei que ele não é BRANCO
Mas, qual a cor deste banco?

Pegue o seu lápis de cor
Deixe colorida a flor

Pinte a moldura do espelho
Mas use só o VERMELHO

Com VERDE claro e escuro
Deixe colorido o muro

(...)

ESTE CORDEL É ILUSTRADO COM IMAGENS PARA A INTERAÇÃO DA CRIANÇA.

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É MUITO BOM DESENHAR

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos
(cordel infantil)

Basta um lápis e um papel
Depois é só rabiscar
O que a gente está querendo
Fazer no papel chegar
Pois tudo que nós pensamos
Nós podemos desenhar

Nossa casa, o sol, a nuvem
Nossa mãe e o nosso pai
Desenhamos nosso irmão
Com um coração que vai
Pulando dentro da gente
E que da cabeça sai

Fazemos nossa família
Junto com os animais
Na árvore, um passarinho
Debaixo um gatinho, e mais
Um coelho que fica em pé
Pra ver o que a gente faz

A casa número 10
Que fica na beira-mar
Tem um pescador pescando 
Um peixe para brincar
Pois ele nem olha a água
Fica é olhando pra cá

Perto dele, umas meninas
Dentro de casa, um fogão
A mãe na frente dela
Cheia de satisfação
E o sol que está no céu
Tem a juba de leão

Lápis gigantes em pé
Com bandeirinhas em cima
Ou isso é só um castelo?
Ajude na minha rima
Para eu terminar o verso
Que este desenho anima

Muitas crianças dormindo
Um sono leve demais
O primeiro está dormindo
Mas consegue ser capaz
De dormir e esticar
As suas pernas pra trás

A segunda, está deitada
De um jeito muito engraçado
Sobre um fio de cabelo
Acho que ela tem sonhado
Que está quase voando
Sem ninguém ter acordado

As restantes, com certeza
Já estão todas no ar
Voando em cima da cama
Sem nem na cama tocar
Mas isso só é verdade
No papel de desenhar

Este cordel é ilustrado com desenhos de minha filha de 08 anos, e toma mais sentido cada verso visto com a figura do desenho. Para ver os desenhos e o restante dos versos compre o cordel.

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O QUE É O QUE É ?

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

"Entra n'água e não se molha":
Responda-me se souber
Pense ligeiro, medite
Para acertar o que é
Que já na próxima estrofe
Dou-lhe a resposta de fé

Se não souber eu lhe digo
A resposta verdadeira
Acertou quem disse: SOMBRA
Essa é a nossa brincadeira
Pois quando eu lhe perguntar
Já responda de primeira

"O que é que cai em pé?
Mas quando corre é deitada"?
Antes de ver a resposta
Que já está preparada
Responda o que imaginou
Só não vale dizer nada

Quem respondeu que é a vida
Na vida não acertou
Quem respondeu ventania
Com o vento não passou
Mas se respondeu a CHUVA
Resposta certa marcou

"O que quando entra na casa
Fica do lado de fora"?
Dê-me a resposta correta
E me fale sem demora
Que para a pergunta feita
A resposta sai na hora

Normalmente ele é pequeno
Pode ser redondo ou não
É de grande utilidade
Manuseia-se com a mão
Estamos falando aqui
Do importante BOTÃO

"Quanto mais se tira dele
Maior fica" me responda
Será que falo do mar?
Não vá nadar nessa onda
Porque a nossa pergunta
Sua inteligência sonda

Ele só passa a existir
Se algo for retirado
Tirando mais ele cresce
Dessa forma é aumentado
E a resposta que damos
É BURACO perfurado

"Está no meio da lua
No meio da rua está":
É fácil de responder
Nem precisa chegar lá?
Basta olhar bem para a rua
E para a lua atentar

Veja que no meio delas
A mesma coisa, igualzinha
Tanto numa como noutra
Lá está, é uma letrinha
E esta letrinha é o "U"
Eis a resposta certinha

"O que é que quanto maior
Menos se vê"? Atenção
Para esta pergunta clara
Abra bem sua visão
Que vai ver naturalmente
Que a resposta ? ESCURIDÃO

"Está no mato batendo
Mas em casa está calado":
Quem é do campo já sabe
O que aqui foi perguntado
E quem não sabe aprendeu
Que falamos do MACHADO

"O que É que nasce grande
Mas quando morre É pequeno"?
Eu tenho duas respostas
Para este problema ameno
Vou lhe responder agora
De um jeito bem sereno

Uma delas é o LÁPIS
Que de tanto se usar
Finda morrendo pequeno
E a outra pra completar
Dou-lhe resposta certeira
Que é a VELA a se queimar

"Quando ele é esquentado
Estoura e vira o avesso":
Não estou falando aqui
De nenhum bicho travesso
Mas de algo saboroso
Gostoso desde o começo

Esta pergunta é supimpa
Tem que examiná-la bem
Se você já respondeu
Confirme agora também
Que é o milho de pipoca
A resposta que convém

"O que é que se quebra quando
É falado o nome dele"?
Tanta sensibilidade
É constituída nele
Que só em dizer seu nome
Já se está quebrando ele

A resposta que eu vou dar
Ela é direta, é certeira
SILÊNCIO é o nome dele
Não estou de brincadeira
Basta pensar direitinho
Que a reposta é verdadeira

"O que mais pesa no mundo"?
Não é uma enorme pança
Pense bem, torne a pensar
Porque pensar nunca cansa
Pois acertou quem falou
Que essa resposta é BALANÇA

"Tem coroa e não ? rei":
Sabei a resposta aqui
Pois estou me referindo
Ao gostoso ABACAXI
Um fruto delicioso
Que é fazedor de xixi

"Qual a diferença há
Entre uma calça e uma bota"?
É que a bota a gente CALÇA
E a calça a gente BOTA
Quem respondeu desse jeito
Foi na verdadeira rota

"Ele é magro pra chuchu
Tem dentes, mas nunca come
E mesmo sem ter dinheiro
Dá comida a quem tem fome"?
Quem respondeu que é o GARFO
Acertou em cheio o nome

"O que é feito para andar
Mas, no entanto, não anda"?
Pensando bem eu vou lá
Caminhar por essa banda
Dizendo a resposta é RUA
Da forma como se manda

(...)

"Para chegar até o fim, compre este cordel e vá brincar, agora mesmo! 

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UMA PULGA NA BALANÇA DEU UM PULO E FOI À FRANÇA

Autora: Ana Raquel Campos
Folhetaria Campos de Versos

Duas pulgas muito amigas 
Passeavam todo dia
Na pracinha lá do bairro
Em tempos de calmaria

Subiam em um cachorro
Visitavam outros lugares
Voltavam à mesma praça
Pra conhecer novos ares

Esta então era a rotina 
Das duas pulgas amigas
Viviam em harmonia
Sem dar espaços pra brigas

Certa vez uma das pulgas
Estava lá na pracinha
Esperando sua amiga
Para darem uma voltinha

Foi quando ela avistou
Um papel num folharal
Parecia uma manchete 
De anúncio de jornal

“UMA PULGA NA BALANÇA
DEU UM PULO E FOI À FRANÇA”

Ao ler aquelas palavras
Ela meche a sobrancelha
Parecia até que estava
Com uma pulga atrás da orelha

A pulga ficou pensando
Onde é que fica a França
Será que quem mora lá
Gosta de fazer festança?

Nessa hora se aproxima
A amiga que vem chegando
Ao observar, pergunta:
- Sobre o que cê tá pensando?



Então a colega mostra
O papel que encontrou
Vamos conhecer a França?
A amiga perguntou

E concordou com o passeio
Mas lhe fez logo a questão
- Pra poder chegar à França 
Iremos de caminhão?

Iremos de bicicleta
De carro, ou caminhando
Responda minha amiga
Não fique aí só pensando

Pra poder chegar à França
Nós temos que procurar
Apenas uma balança
E em cima dela pular

E foi o que aconteceu
Com esta dupla aventureira
Encontraram uma balança
Cobertinha de poeira

Na esquina da farmácia
Ela estava encostada
Sem ninguém por perto dela
Parecia estar quebrada

Algo estranho aconteceu
Quando as pulgas lá subiram
Uma força as levantou
E para o alto partiram

Para saber tudo sobre esta viagem incrível, leia todo o cordel.

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A HISTORINHA DA ARANHA AURINHA

Autora: Ana Raquel Campos
Folhetaria Campos de Versos

Em uma linda floresta
Lá na beira da cidade
Morava uma aranha
De 03 anos de idade
Que brincava nas plantinhas
Com muita felicidade

O nome dessa aranha
Eu vou contar para você
Ela se chama Aurinha
E todo amanhecer
Verifica sua teia
Procurando o que fazer

As aranhas fazem teia
Com fio bem pegajoso
Para prender algum bichinho
Que seja apetitoso
Depois enrola o animal
Num novelinho formoso

É dessa forma que a aranha
Consegue se alimentar
Costurando sua teia
Onde nela vai morar
Fica lá escondidinha
Pra bichinho não espantar

A floresta onde mora
A nossa aranha Aurinha
É bem calminha tranqüila
Com muita sombra fresquinha
Fica tudo colorido
Quando é de tardezinha

Mas existe uma cidade
Bem perto dessa floresta
Onde mora a aranha Aurinha
Que todo dia faz festa
Só que barulho de noite
Bicho da mata detesta

O que terá ocorrido com a aranha Aurinha? 
Leia todo o cordel e se inteire dessa bem montada história.

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MEU DENTINHO DE LEITE

Autora: Ana Raquel Campos
Folhetaria Campos de Versos

Nosso corpo vai mudando
Quando a gente está crescendo
Muitas coisas diferentes
A gente vai aprendendo
Pois é dessa forma que 
Vamos nos desenvolvendo

Dentro da nossa boquinha 
Também tem muita mudança
O dentinho que era duro
De vez em quando balança
Fica até parecendo 
Que ele gosta d’uma dança

Toda a nossa família
Começa a acompanhar
A mudança do dentinho
Que está a balançar
Falam que o dente de leite
Está pra cair já já

Por que é que todos dizem
Que esse dente é de leite?
Será que é porque tá mole 
E só serve de enfeite?
Eles falam, pouco explicam
E querem que a gente aceite

O motivo por dizerem 
Que é de leite esse dentinho
É por causa da sua cor
Que como o leite é branquinho
Está lá na nossa boca
Desde quando um bebezinho

Não serve mais pra criança 
Um dente que é de bebê
Então outro dente forte
Precisa aparecer
E o dente de leite cai
Pra outro dente nascer

E quando o dente de leite 
Já está amolecendo
Lá em cima na gengiva
Outro dente vai nascendo
E o cálcio do dentinho
Ele vai absorvendo

É por isso que esse dente
Começa a amolecer
Ele vai se descolando
Sem ter como se prender
Já que sua raiz some
Pra outro dente nascer

Deve ser naturalmente 
A forma que o dente cai
Vai ficando bem molinho
Com pouco tempo ele sai
A criança nem percebe
Quando o dentinho se vai

Mas se o dentinho é teimoso 
Pra não querer se soltar
E o outro dente novo 
Começa a lhe empurrar
É preciso ir ao dentista
Para o dentista arrancar

O dente que vai nascer 
Se chama de permanente
Sua cor é mais escura
É um pouco diferente
Precisamos aprender 
A ter cuidado com o dente

Leia o restante do cordel. Entre em contato e compre o cordel.

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QUEM É O MAIS IMPORTANTE: O PÉ OU A MÃO?

Autor: Abdias Campos
Editora Abdias Campos
(cordel infantil)

O nosso corpo é formado
Por todos os membros que
Com as funções diferentes
Ajudam-nos a viver
E todos são importantes
Cada qual com seu fazer

Mas um belo dia a Mão
Olhando pra o Pé falou:
 - Você vê como sou boa
Que tanta coisa lhe dou
Dou massagem, lavo, enxugo
Cubro-lhe com o cobertor?

O Pé olhou espantado
E para a Mão respondeu:
- Realmente você é
Muito boa, mas e eu?
Você sabe a importância
De um trabalho como o meu?

- Sobre mim o corpo inteiro
Fica erguido, é transportado
Se eu não sair do lugar
Vai ficar tudo parado
Veja como é necessário
Meu trabalho articulado

- É verdade, mas repare:
A Mão assim respondeu
- Quem é que lhe põe a meia?
Bota o sapato? Sou eu
Meu trabalho, me desculpe,
Tem mais valor do que o seu

O Pé disse para a Mão
Que falava desse jeito
- É por conta dos meus passos
Que o corpo anda direito
Sou eu que levo você
Para tudo que tem feito

(...)

PARA LER TODO O CORDEL ADQUIRA-O AQUI. CORDEL COM IMAGENS PARA INTERAÇÃO DA CRIANÇA.

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NA CASA DA MINHA VÓ

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos
(cordel infantil)

Na casa da minha vó
Muita coisa boa há
Muitos primos, muitos tios
Muita comida que dá
Pra alimentar todo mundo
Que vive passando lá

E por falar em comida
A de lá sempre é melhor
Docinhos, bolos e tortas
Só na casa da vovó
Já tô com água na boca
Com cheirinho do bobó!

Quando a minha mãe viaja
Antes pergunta pra mim:
- Onde você que ficar?
E eu lhe respondo assim:
- Lá na casa da vovó...
Vai mamãe, diga que sim!

Vovó não briga com a gente
Com as nossas brincadeiras
Vou pro quintal tomar banho
Saio empurrando as cadeiras
Brinco com tudo que posso
Até com suas torneiras

Ela ri, achando graça
Com qualquer coisa que eu digo
Mesmo que eu faça uma trela
Nunca me põe de castigo
Todo vez que eu vou pra lá
Ela fica mais comigo

Minha vó também me conta
As histórias engraçadas
De toda a nossa família
E de algumas trapalhadas
Dela quando era criança
E eu dou muitas risadas

Me conta que um dia estava
No pomar da sua avó
Pegou uma corda e deu
Nessa corda um grande nó
Para prender seu cachorro
Que se chamava Totó

Ela fez uma armadilha
Pendurou numa mangueira
Esta corda com um laço
Como se fosse a coleira
Que era pra prender Totó
Era essa a brincadeira

Só que quando ela o chamou
Ele veio em disparada 
E para se livrar dele
Vovó pulou na calçada
Mas meteu o pé na corda
Foi quem ficou amarrada

Histórias de minha mãe
Dos meus tios, meu avô
De quando mamãe nasceu
Isso ela já me contou
É como assistir a um filme
De tudo que se passou

São histórias das vovós de todos nós 
que as tivemos em tão boa convivência 
e ainda temos no dia a dia da gente. 
O restante da história só lendo o cordel inteiro.

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A FESTA DA GALINHA

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos
(cordel infantil)

Esta história engraçada
Eu vou contar pra vocês
Aconteceu numa festa
De uma galinha pedrês
Que queria festejar
O aniversário que fez

Convidou a bicharada
De todo lugar pra festa
Os bichos domesticados 
Os animais da floresta
Pois festa desanimada
Esta galinha detesta

Convidou o elefante
O galinho garnisé, 
O papagaio, a formiga
Periquito, chimpanzé
Camelo, cachorro, cabra
Abelha, pato, guiné

Tigre, bode, boi, cavalo
Raposa, gato, faisão
Marreco, ganso, avestruz
Cobra jiboia, leão
Pomba, jumento, codorna
Juriti, pulga, pavão

Urso polar, capivara
Leopardo, onça, carneiro
Crocodilo, urubu rei
Sagui, veado galheiro
Pois nesta festa se via
Animais do mundo inteiro

(...)

Uma fábula em cordel, bem humorada que deixa uma lição para todos, 
principalmente para as crianças arrodeadas pelo crime 
e pela prostituição infantil, que não há união possível 
entre a luz e a escuridão, entre o feroz faminto e o 
manso indefeso. Que há sim, diferentes propósitos que 
não se harmonizam entre si, numa mesma ideia de felicidade 
e paz e que devemos escolher nossos pares para que vivamos 
o bem que desejamos pra nós, sabendo que a escolha errada 
trará conseqüências desastrosas à vida.

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CONTANDO A HISTÓRIA DOS NÚMEROS

Autora: Ana Raquel Campos
Folhetaria Campos de Versos

A história desse cordel
Faz tempo que começou
Há muitos e muitos anos
Quando o povo precisou
Contar o que possuía
Pra saber o seu valor

Era preciso contar
As ovelhas que criavam
Contavam também os bois
Os peixinhos que pescavam
O trigo que se colhia
E os animais que caçavam

Eles contavam também
O tanto de noite e dia
Para poder controlar
A plantação que nascia
O dia que se plantava
O dia que se colhia

Pra poder representar
As quantidades contadas
Os pastores das ovelhas
Tinham pedras arrumadas
Cada ovelha do curral
Tinha pedra separada

Quando as ovelhas saíam
Pra comer seu capinzinho
O pastor botava as pedras
Separadas num saquinho
Cada ovelha que saía
Aumentava seu montinho

Chegando o final do dia
Era hora de voltar
O pastor organizava
A filinha pra contar
Cada ovelha que entrava
Uma pedra era seu par.

Este cordel para criança é também para 
adultos, pois de maneira lúdica e agradável 
a autora conta a história nos deixando a par 
de tudo. Leio-o completo.

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CONTANDO A HISTÓRIAS DAS LETRAS

Autora: Ana Raquel Campos
Campos de Versos

Pra que servem as letrinhas 
Que todos nós escrevemos?
Elas são os sons da fala 
E assim nós já sabemos
Que deixamos registrado
Tudo aquilo que queremos.

Depois se quiser lembrar
Daquilo que se escreveu
É só ler o que ficou
No registro que se deu
Sabendo que cada letra
Tem um som que é todo seu.

A ideia de escrever
E deixar bem anotado
Surgiu já faz muito tempo
Com os povos do passado
E o formato do registro
Era sempre desenhado

(...)

LEIA O CORDEL COMPLETO. O ADQUIRA AQUI.

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TRÊS TATUS JOGANDO BOLA

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

Era uma vez três tatus
Tatu-Jeque, Tatu-Ji
Tatu-Jalú, todos eles
Amigos do Jabuti
Um criador de histórias
Dessas de embolar rir

O amigo jabuti
Que se chamava Lelão
Andava bem devagar
Se arrastando pelo chão
Mas era bem divertido
Em qualquer situação

Em uma reunião
Na casa do Jabuti
Os três tatus-bola foram
Pensando em se divertir
Mas quando chegaram lá
Só tinha trabalho ali

O amigão Jabuti
Disse olhando os tatus-bola
- Tô contando com vocês
Pra levar pra minha escola 
O trabalho que a “tia”
Mandou-me nesta sacola

Tirou de dentro uma bola
Uma rede e uma barra
Um tapete feito um campo
E contou qual era a farra
Para os amigos saberem
Toda a história ele narra

Levanta a rede e amarra
Na barra com um cordão
Estende o campo na sala
Pega a bola com a mão
Mas ele diz: - Com essa bola
Não podemos jogar não!

- E esta é a razão
Pela qual chamei vocês
Pois ganhará esse jogo
Quem jogar por sua vez
C’ uma bola diferente
Das bolas que já se fez

- Daí, contei até três
Pra grande ideia surgir
Pensei em bola de meia
De sabão e de jequi
Mas nenhuma é tão boa
Como esta ideia daqui:

Por exemplo: - Tatu-Ji 
De repente vira bola 
Boto na marca do pênalti 
Chuto ele e ele embola
Até balançar a rede 
Que eu trouxe nessa sacola

É para feira da escola
E vale ponto pra gente
É escolhida a ideia
Que for a mais diferente
E no fim receberá
A nota e mais um presente

- Então pensei... De repente
Vou levar os tatus-bola
Que por sua natureza
Facilmente viram bola
Esta ideia diferente
Tirei da minha cachola

- Boa ideia... Não me enrola
Ó meu amigo Lelão!
Disse a ele o Tatu-Ji
Que lhe deu a explicação:
- Tatu-bola vira bola
Pra evitar confusão

- Não para entrar nela não
Imagine eu ser chutado
Como bola de salão
Se o chute pegar do lado
Vai bater no coração
E me deixar desmaiado

- Ah! Ji-ji amigo amado
Eu chuto bem devagar
Em cima do casco duro
Só pra você embolar
Depois de entrar no gol
Nós vamos comemorar

- E é só pra me ajudar
Não quero lhe fazer mal
Mas sei que com essa ideia
Super sensacional
Ganhamos a brincadeira
E uma nota legal 

- Sacrificar-se afinal
Para ajudar um amigo
É isso que eu vou fazer
Pode sim contar comigo
Disse a Lelão, Tatu-Jeque:
- Nessa, eu estou contigo

Como terá sido o desfecho da história? 
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BRINCADEIRAS POPULARES
(cordel infantil)

Autor: Abdias Campos
Editora Abdias Campos

As brincadeiras que a gente
Brinca desde criancinha
São inventadas, por isso
Em nossa casa ou vizinha
Tem sempre alguém que aprendeu
Mais uma brincadeirinha

Pra brincar de “Amarelinha”
Faz um desenho no chão
Com quadrados ou retângulos
Risca com giz ou carvão
No topo faz forma oval
E põe a numeração

Começa a recreação
Jogando uma pedrinha
Na casa número 01
Tem que ficar direitinha
Pula num pé só e sai
Brincando de amarelinha

O “Telefone sem fio”
Pra funcionar direito
Numa roda de pessoas
Quanto mais gente é perfeito 
Pra ficar bem engraçado
Começa assim desse jeito:

Um, secretamente, inventa
Uma frase ou uma história
Conta no ouvido do próximo
Que guarda em sua memória
Passando ao que está de lado
Nesta mesma trajetória

Chega à última pessoa
Que revela o que ouviu
O resultado é engraçado
Tudo trocado, já viu!
Fica muito diferente 
Da história que partiu

Brincar de “Barra bandeira”
É divertido demais
Risca uma quadra ou quadrado
Em duas partes iguais
Cada uma com um time
Com sua bandeira atrás 

Um grito é dado e começa
Cada time a procurar
Ir ao quadrado do outro
E sua bandeira pegar
Entra fazendo manobras
Pro outro não lhe agarrar

Ganha o ponto o que agarra
Ou o que pega a bandeira
E leva para o seu lado
Assim se faz na carreira
E o time que faz mais pontos
Ganha assim a brincadeira

“O Chicotinho queimado
Pra gente poder brincar
Alguém esconde um objeto
Para o outro procurar
E aquele que escondeu
Ao outro passa a guiar”:

Tá quente, se tiver perto
Tá frio, se longe está
Tá morno, se mais ou menos
Está perto do lugar
Onde escondeu-se o objeto
Que ganha quando encontrar

(...)

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BRINQUEDOS POPULARES

Autora: Ana Raquel Campos
Folhetaria Campos de Versos

Todas as crianças gostam
De um brinquedo ganhar
Sozinha ou acompanhada
De alguém pra poder brincar
Brincando se desenvolvem
Não vê o tempo passar

Mas antes de fabricarem
Esses brinquedos que a gente
Compra quando vai à loja
Pra dar a alguém de presente
Existiam outros brinquedos
Usados antigamente

Esse brinquedo era feito
Pelas mãos de um artesão
Que usava materiais
Para a sua construção
Sucata de todo tipo
Lata, papel, papelão

Usava também madeira
Barbante, resto de mola
Paninho, corda e cortiça
Pra juntar usava cola
Carretel de linha usada
Ou qualquer coisa que embola

Os carrinhos eram feitos
A partir da lata usada
Nas embalagens de óleo
Ou de doce goiabada
Depois de esticar a lata
A estrutura era montada

Ficavam bem coloridos
Toda criança gostava 
De brincar com aquele carro
Com um barbante puxava
Na pracinha ou na calçada
O carrinho arrastava

O pião é um brinquedo 
Que vive a rodopiar
Enrolado num cordão
Depois de desenrolar
Quando puxa num impulso
Gira, gira até parar 

Quando ainda tá rodando
Bem seguro lá no chão
Se quiser dá pra deixá-lo 
Rodar na palma da mão
Abra os dedos com cuidado
Bem embaixo do pião

Mula manca é uma burrinha
Bastante desengonçada
Fica em cima de uma base
Se embaixo for apertada
Ela se mexe ficando 
Numa pouse engraçada 

Com retalhos de tecidos 
Se faziam as bonecas
E com linha o cabelo
Pra não ficarem carecas
Só depois eram bordadas 
As carinhas de sapecas

Também dava pra fazer
Boneca de papelão
Decalcava o seu contorno
Recortava, e só então
Desenhava os detalhes:
Boca, olho, pé e mão 

Pra brincar com bambolê
Precisa equilibrar
Quando roda na cintura
Para ele não parar
Quando você se remexe
Faz o bambolê girar

Quer conhecer mais brinquedo? 
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CUMPADE BOI, CUMPADE BODE

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

- Cumpade bode, responda!
- Diga lá cumpade boi!
- Procurei ocê ontonte
Pronde que o cumpade foi?
- Eu me distraí no pasto
Passano uns rabo de oi...

- Pra donde cumpade bode?
- Pru riachim da maiada
Douto lado do roçado
Ói, tinha uma cabraiada
Cumeno rama verdinha
Tudo gordinha inrolada

- Que o cumpade tem cum isso?
- Nada. Havera de não!
Mas bem que aqui na fazenda
Adispois do riachão
Onde só fica os cavalo
Tem pastage de montão!

- Mas Bernardo de Quentão
Que é o vaquêro da gente
Só quer cuidá dos cavalo
Que chova ou faça Sol quente
Vou dizer cumpade boi
Tem coisa mió pa gente

- Ai meu Deus tem compaixão
Desse meu cumpade bode!
O bicho tá cum inveja
Se mardizeno, num pode
Falá má donde se véve
Do lugá que nós se acode?

- Quem dixe queu falei má?
Dixe só o que pensava
Daquele monte de cabra
Que as barriguinha brilhava
Tudinho cum bucho chei
Chega eu de longe ispiava...

(...)

O que será que o compadre boi tem de tão importante para 
contar ao compadre bode, saiba tudo adquirindo o cordel neste site.

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Do Pé à Cabeça
CONHECENDO O CORPO HUMANO

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos
(cordel infantil)

Nosso corpo é como um prédio 
Bem construído, perfeito
Do pé até a cabeça
Tudo tem seu próprio jeito
Colocado em seu lugar 
Pra funcionar direito

Um prédio de três andares
Que é assim apresentado
Em CABEÇA, TRONCO e MEMBROS
Encontra-se edificado
Por mim então ele foi
Quase todo visitado

Dessa construção perfeita
Que só Deus sabe fazer
Eu entrei no elevador
Para poder conhecer
E tudo aquilo que eu vi
Eu vou contar pra você

Eu comecei pelo PÉ
E assim que eu comecei
Vi as placas que indicavam
Tudo que observei
Agora preste atenção
Nas coisas que eu anotei: 

De vinte e seis (26) OSSOS é
O pé da gente composto
E cada um desses ossos
Para que esteja bem posto
Une-se por LIGAMENTOS
Pra articular-se com gosto 

Os movimentos do pé
Para se realizar
Eles precisam de MÚSCULOS
Cada um em seu lugar
Cada qual com uma função
Pra gente poder andar

O sangue que irriga os pés
Que faz a CIRCULAÇÃO
Passa por muitos caminhos
A partir do coração
Para trazer nutrientes
E oxigenação

Existem também os NERVOS
Que fazem a inervação
Dos músculos para operar
Toda movimentação
Muito mais do que já vimos
Ou temos compreensão

Falando agora da PERNA
Podemos assim dizer
Que é o MEMBRO INFERIOR
No uso comum, por ser,
Do quadril ao tornozelo
Pra gente compreender

Coxa, joelho, panturrilha
E o osso maior que há
Dentre os do corpo humano
Que é o fêmur e está 
Na nossa perna também 
Para o corpo sustentar

Na anatomia humana
A perna é compreendida
Do joelho ao tornozelo
Assim ela é definida
Para se estudar melhor
Como tal é entendida

Continuei a subir
E do elevador eu vi
Os ÓRGÃOS do corpo humano
Funcionando e aprendi
Que cada um tem função
E observando assisti 

Baço, Bexiga Urinária
Célula, Cérebro, Coração
Dentes, Esôfago, Esqueleto
Estômago, Pâncreas, Pulmão
Faringe, Fígado, Laringe
Em perfeita operação

(...)


Conheça toda a viagem lendo o cordel 
completo, adquira-o neste site.

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DICAS DE TRÂNSITO Para Toda Família

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

Eu sou um cordel de dicas
E venho hoje lhe dá
Umas dicas sobre TRÂNSITO 
Preste atenção, vamos lá!

Atenção toda família
Pais, filhos, irmãos, avós
As dicas que trago aqui
São boas pra todos nós!

ANIMAIS de ESTIMAÇÃO
PEDESTRES e MOTORISTAS
CRIANÇAS por todo lado
CICLISTAS, MOTOCICLISTAS

Todos nós estamos juntos
Presentes no dia a dia
Movimentando o TRÂNSITO
Quase sempre em correria

Muito carro, muita moto
Muitas pessoas andando
Pelas calçadas; nas ruas
SINAIS abrindo e fechando

Pois o TRÂNSITO não para
Está em todo lugar
Porque a vida da gente
Vive a se movimentar

Para que o movimento 
Seja bem feito é preciso
Que todos façam sua parte
Sempre com muito juízo

É que no TRÂNSITO nós temos
De andar com todo cuidado 
Fazer tudo direitinho
Até se estiver parado.

Então, vamos aprender
Estas dicas bem legais?
Preste atenção e pratique
Crianças, avós e pais.

A primeira dica é:
CALÇADA é lugar de gente
A RUA é lugar de carros
É simples e diferente!

(...)

Para conhecer as demais dicas, adquira o cordel neste site!


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MEIOS DE TRANSPORTE

Autor: Abdias Campos
Editora Abdias Campos


Para irmos à  escola
Fazer feira, viajar
Ir à  casa de alguém
Ou até pra passear

Na cidade ou no campo
Não dá para imaginar
Sem um meio de transporte
Que se possa utilizar

MEIOS DE TRANSPORTES são
Maneiras de transportar
De levar coisas, pessoas
Por terra, por céu, por mar

Eles são muito importantes
Precisamos entender
Como é que eles funcionam
Assim vamos conhecer

Observando o local
Onde são realizados
Conheceremos os MEIOS
E como é que são chamados:

TERRESTRES são todos eles
Que se deslocam na terra
E quem assim aprender
Quando responder não erra

Sobre a terra são só três:
Um é o RODOVIÁRIO
FERROVIÁRIO o outro
O último: o METROVIÁRIO

Como exemplos, citaremos:
BICICLETA, CAMINHÃO
MOTO,ÔNIBUS E CARRO
TREM, METRÔ, BONDE, FURGÃO .

(...)

Conheça os demais com seus exemplos, adquirindo o cordel neste site.

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PIBITE O CARRINHO APRESSADO

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

Aonde tu vais Pibite
Correndo assim sem parar?
Vou correndo por que tenho
Muita pressa de chegar!

Esse carrinho apresado
Onde ele passava ouvia
Alguém perguntando a ele
Por que essa correria?

Aonde tu vais Pibite?
Vou correndo sem parar!
Cuidado, muito cuidado
Pra você não se quebrar!

Mesmo com tantos AVISOS
Ele não observava
As PLACAS de TRÂNSITO que
De como andar lhe mostrava

Pra VELOCIDADE MÁXIMA
Onde indicava 40
Pibite pouco ligava
E ali passava a 80

Uma multa pra Pibite
Era o que ele levava
Menos dinheiro no bolso
Assim Pibite ficava

Aonde tu vais Pibite?
Vou correndo, vou ligeiro!
Você pode ser multado
E vai perder seu dinheiro!

Mais uma PLACA avisava:
PISTA ESCORREGADIA
E Pibite a 100 por hora
Saía fora da via

(...)



O que aconteceu com PIBITE? Conheça e história e saiba o final.

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PLACAS DE TRÂNSITO

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

São muitas placas e todas
Tem um significado
Elas dão informação
Para o TRÂNSITO organizado

Placas de ADVERTÊNCIA
De REGULAMENTAÇÃO
Tem placas EDUCATIVAS
E placas de INDICAÇÃO

De ATRATIVOS TURÍSTICOS
Placas de OBRAS também
SERVIÇOS AUXILIARES
É tudo pra o nosso bem

As cores de cada uma
Mostram também a função
Elas dizem para nós
Qual tipo de informação

A placa de FUNDO BRANCO
E de BORDAS VERMELHINHAS
É REGULAMENTAÇÃO
Atenção pais, criancinhas!

(...)

Vamos conhecer tudo que está no cordel, adquira-o aqui.

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Temas Regionalismo e Folclore

Folhetaria Campos de Versos

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DITADOS POPULARES

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

Quem vive a vida esperando
Deitado em cima da cama
Nunca levanta uma palha
Nem o seu leite reclama
Este morrerá de fome
Pois “Quem não chora não mama”

“Dois bicudos não se beijam”
Diz o dito popular
Como podem querer beijos
Se não tem como beijar 
Bico com bico é difícil
Difícil de se encaixar

“O risco que corre o pau
Corre o machado” também
Sendo o aço bem mais forte
Pra partir o pau, porém
Chega às vezes se quebrar
Se resistência o pau tem

Chegou “Sem eira nem beira”
Necessitado demais
Um fogoió do deserto
“Com a mão na frente outra atrás”
“Não tinha onde cair morto”
E vivo não dava mais

“Quem avisa amigo é”
Por isso deixo o aviso
Pois sei: “Quem cala consente”
Se você não for preciso
Pode até se complicar
Por se calar indeciso

Num filme de bang bang
Em meio a tiros perdidos
Corre-corre, quebra-quebra
“Entre mortos e feridos
Alguém há de se escapar”
Pros novos acontecidos

“Se correr o bicho pega
Se ficar o bicho come”
E nessa situação
Alguma atitude tome
Bata o pé que o bicho corre
Se resistir ele some

“Tudo que não mata engorda”
E pode até lhe dá tédio
Por isso eu lhe aconselho
Nem magro, nem gordo ou médio
Tenha o peso da alegria
“Rir é o melhor remédio”

Devemos ser vigilantes
E nos manter sempre ativo
“Quem espera sempre alcança”
Por este mesmo motivo
“Seguro morreu de velho
Desconfiado tá vivo”

“Antes tarde do que nunca”
Se a gente quer conseguir
Tem sempre que acreditar
Naquilo que está por vir
E o que se quer chegará
E a espera irá sumir

“O pior cego é o que
Não quer ver” a condição
Que ele tem para chegar
A uma outra estação
Pegar o trem dos seus sonhos
Dando a ele direção

Para seguir a viagem
Primeiro é preciso fé
Perguntar aonde fica
A estrada e dá no pé
“Quem tem boca vai a Roma”
É só saber como é


“Onde há fumaça há fogo”
Por isso todos se intrigam
Com inúmeras fofocas
Que as notícias fustigam
Mas podemos garantir
“Quando um não quer, dois não brigam”

Numa escala musical
Segue-se a divisão
A regra parece lógica
Mas depois se vê que não
Daí, lógico é afirmar:
“Não há regra sem exceção”

“Água mole em pedra dura
Tanto bate até que fura”
Isto é perseverança
Para qualquer criatura
Não desistir do que quer
Mas insistir à altura

“O barulho não faz bem
E o bem não faz barulho”
Preste atenção no que faz
Pra não se encher de entulho
Não deixando a sua vida
Debaixo de pedregulho

Se “A palavra é de prata
E o silêncio é de ouro”
Cuidado no abrir da boca
Não vamos “meter o couro”
É melhor ficar calado
Do que dizer desaforo 

“Amor com amor se paga”
E o mal se paga com bem
Torne o seu mundo melhor
Agindo assim você tem
Mais trilhos pra viajar
Terá mais vagões no trem

Dizem: “Antes só que mal
Acompanhado”, é verdade!
Se é de tá indo pro ralo
Levando ao lado a maldade
É melhor andar sozinho
Ao lado da liberdade

“Roupa suja lava em casa”
Sem alarde e com sabão
Desses que com uma pitada
Chega a deixar limpo o chão
Da casa onde a gente mora
No centro do coração

É por conta do legado
Que deixamos com carinho
A nossos filhos amados
Que trilham nosso caminho
Que se chegou ao ditado:
“Filho de peixe é peixinho”

Movimente-se, meu filho
Pegue o trilho da demanda
Procure que você acha
Por aqui ou noutra banda
Porque na vida é assim:
“Quem quer vai, quem não quer manda”

Assim “Quem comeu a carne
Que roa os ossos” também
“Não há rosas sem espinhos”
É preciso pensar bem!
Que “Gostos não se discutem”
Mas o que deles provém 

“O prometido é devido”
Prometeu tem que cumprir
“As aparências enganam”
Não adianta fingir
Fazer de conta que fez
Engana a todos e a si 

Quem avisa amigo é, por isso mesmo adquira 
este cordel e avise aos amigos que tem bem 
mais ditados populares nele, são 74 ao todo.

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FOLCLORE BRASILEIRO

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

Eu sei que o folclore é
Fruto da imaginação
Invenção do próprio povo
Pela folclorização
Da cultura popular
Da forma de trabalhar
De qualquer população

Linguagem, artesanato
E outras orientações
Brinquedos e brincadeiras
Costumes e tradições
Vê-se tudo na legenda
Cantos de rodas, parlendas
Muitas manifestações

Os povos da antiguidade
Não sabiam explicar
Fenômenos da natureza
Então se punha a pensar
Mas sem cientificismo 
E só por pragmatismo 
Botavam-se a decifrar

E com tal objetivo
Porfim o mito inventado
Para lhes corresponder
A algo identificado
Das coisas do mundo dando
Um sentido e explicando
O que não fora explicado

Do universo infantil
Por anônimos, criadas
Vêm as cantigas de roda
Sempre coreografadas
Letras simples pra criança
Que na brincadeira dança
Músicas adaptadas

«Caranguejo não é peixe...»
«Capelinha de melão...»
«Não atire o pau no gato...»
Ou cantam, «Cai, cai balão...»
«Ciranda, ó cirandinha...»
Pra ficar arrumadinha 
Pegue aqui na minha mão                    

(...)

Para saber o restante do traçado desses 
costumes da gente numa visão mais geral, 
compre o cordel e aproveite!

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A HISTÓRIA DO FORRÓ

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

Onde o forró começou?
Inda hoje se procura
Onde a sanfona tocou
E qual foi a criatura
Que pela primeira vez
Tocando a sanfona fez 
Os seus acordes se ouvir
Já na primeira audição
Um coco, um xote, um baião
Quem fez o forró surgir?

Pergunta que ninguém ousa
Responder perfeitamente
Mas se atreve na lousa
Em um verso de repente
Escrever: Foi no Sertão!
Por via da construção
Da malha ferroviária
Que a sanfona chegou
Com o forró preparou
Ritmização diária

Vuco-vuco, vuco-vuco
O fole velho insistiu
Nas terras de Pernambuco
Foi aí que se ouviu
Que ele escorregava à linha
À cada terra vizinha
Meio sem querer querendo
Chegava e logo animava
E o povo todo dançava
Pois ele andava mexendo

Desse jeito, no Sertão
O forró tomava pé
Teve nome de montão:
Rala-buxo, rasta-pé
Bate-chinelo, até samba
Veja que o forró é bamba
Pra receber apelido
O certo é que ele é festa
Que para a dança se presta
Sem querer ser confundido

(...)


Quer continuar nesse forrobodó conclua a 
leitura deste folheto, comprando-o pelo nosso site.

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COMIDAS TÍPICAS DO NORDESTE

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

Neste cordel de sabores
Vamos nos deliciar
Com comidas nordestinas
De tempero singular
Numa mesa farturada
De comida variada
Para qualquer paladar

Avisamos de antemão
Como informação real
Para que fique bem claro
E que se saiba afinal
Que todas essas comidas
Acham-se distribuídas
Do Sertão ao Litoral

De Estado para Estado
Também tem variação
Pois determinados pratos
Somente se encontrarão
Em certas localidades
Nalgumas comunidades
Desta imensa região

Alguns pratos, nós sabemos,
Que ultrapassaram fronteiras
Surgem num certo lugar
E se espalham pelas beiras
Dos pratos regionais
Dos campos e capitais
Das cozinhas brasileiras

Muitos nomes diferentes
Vão para a mesma comida
É comum nós encontrarmos
Com escrita distinguida
(Baião de dois, rubacão)
A mesma alimentação
Por dois nomes, conhecida

Então vamos começar
Com ele, o baião de dois
Que é um misturado gostoso
De feijão verde e arroz
E logo após a comida
A rapadura batida
De sobremesa depois

Sob a força do pilão
A carne de sol socada
Misturada com a farinha
Cebola branca e mais nada
Está a paçoca pronta
Gostosa pra mais da conta
Por muitos, apreciada

O arrumadinho é feito
Feito bem arrumadinho
Feijão verde cozinhado
Charque frita, cebolinho
Coentro e cebola branca
Que com a farofa arranca
Suspiros pelo caminho

Bolo de caco, também,
Chamado orelha de pau
Tarrabufado (omelete)
Arroz de festa, curau
Agulhinha, mariscada
Corredor e panelada
Mesa farta sem igual

Para ficar forte é bom
Comer uma caldeirada
Moqueca de caranguejo
De sobremesa cocada
Leve também um bombom
O gostoso nego bom
Enquanto pega a estrada

Bolo de rolo enrolado
Com doce e com massa fina
Cuscuz doce em tabuleiro
Pra o povo e gente grã-fina
Alfenim, bolo de goma
Se puder de tudo coma
Sobre esta mesa divina

Quebra queixo, puxa-puxa
Mata fome, mungunzá
Beira seca, manauê 
Tudo que de doce há
Bolo de Souza Leão
Grude de goma na mão
Para na boca botar

Mão de vaca, chambaril
Carne de sol, tripa assada 
Arroz de leite, xerém
E tem também maxixada
O gostoso escondidinho
Queijo de coalho, espetinho
Cuscuz de milho e rabada

Tem manteiga de garrafa
Na tapioca espalhada
Bolo de milho, cartola
Pé de moleque e coalhada
Canjica, tijolo, broa
Pra toda e qualquer pessoa
Ficar bem alimentada

Arroz com carne cortada
Cortada bem miudinha
Esta é Maria Isabel
Que está pronta na cozinha
Prove ainda o vatapá
E o bom arroz de cuxá
Que são de primeira linha

Uma espécie de pirão
Com leite, tempero e ovo
É a cabeça de galo
Um verdadeiro renovo
Pra o corpo debilitado
Ficar reabilitado
Com tudo de pé de novo

(...)

“Para saborear todas as comidas que estão
no cardápio deste cordel, adquira-o aqui”.

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COMIDAS TÍPICAS DO SUL

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

No Sul do nosso Brasil
O banquete é permanente
A comida é variada
Prato frio e prato quente
Quem na mesa se assentar 
É pra se deliciar
Com o cardápio existente

Cozinha do interior
Cozinha da capital
Pratos típicos do Sul
(Cidade e zona rural)
As carnes são abundantes
Os frutos do mar constantes
Campo farto e litoral

De influência europeia
A culinária acompanha
Os toques de Portugal
Da Itália e da Alemanha
São pratos deliciosos
Abundantes, caprichosos
E de fartura tamanha!

Numa panela de barro
Com muitos ingredientes
Paleta ou maminha, alcatra
Muitas verduras presentes
Na tampa o lacre é firmado
Com farinha, e o barreado
Tem cada vez mais clientes

O carneiro no buraco 
Para ser apreciado
Passam-se bem 12 horas 
Pra no fim o resultado
Mostrar-se delicioso
Excelente, saboroso
Depois dele preparado

O pinhão foi posto à mesa
No cozido na pressão
No arroz, bolo, pastel
Na salada de pinhão
Pinhão na manteiga, o doce
E o que mais dele fosse
Feito pra alimentação

O dourado se encontra
Em todo este mar azul
Mas este dourado assado
Tipicamente do Sul
É prato regional
Pela forma original
Propriedade tribul

Serve-se o bom marreco
Com repolho roxo e assim
Depois de comer bastante
Para concluir, enfim,
Antes de sair da mesa
Come-se de sobremesa 
A bijajica no fim

Algumas comidas pedem
Verdadeiros aparatos
O boi no rolete é um
Dentre tantos outros pratos
Que para ser bem assado 
E por todos, degustado,
Só como muitos artefatos 

Desfia-se bem o charque
Mais o arroz temperado
Com as verduras picadas
Põe-se tudo misturado 
Daí tá pronta a chatasca
Que com banana sem casca
É um prato degustado

Esse é o rito de um povo
Que cultiva a tradição
Costumes que se mantém 
Indo a cada geração
É fácil se perceber
Como é vivo o tererê
Como é forte o chimarrão

(...)

Continue lendo o cordel para se deliciar mais
Adquirindo-o aqui. 

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CORDEL – DESVENDANDO O ENIGMA

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

O cordel que fazemos hoje em dia
Numa luta contínua sobrevive
Recusando-se à linha do declive
(Inda vive buscando poesia!)
A essência poética é garantia
De uma via na qual vamos andar
Entendendo que podemos passar
De um viés para o outro num segundo
Desde o simples ao ensaio profundo
E do fundo saber o que tirar

Que dizer se não há o que dizer?
Que fazer se não for pra ficar feito?
Que adianta se fizer com defeito? 
Desse jeito nem mesmo é bom fazer
A poética ética fará ver
Quando o dito transporta conteúdo
E o escrito não deixa o leitor mudo
Mas o leva a pensar, falar e crer
Que a leitura deve surpreender
Entreter ao que ler, servir de estudo

É preciso ao poeta a consciência
Do papel que ele tem pelo que faz
Que a palavra emitida ela é capaz
De exercer nos demais grande influência
E ao leitor, conduzi-lo à experiência
Pela via do que ele compreende
Pois da ideia do artista se acende
Uma luz do profundo interior
Mas se falta essa luz fica o negror
Da palavra que dele se desprende 

Adquira este cordel neste site e desvende 
o desfeche do pensamento.

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LAMPIÃO: HERÓI OU BANDIDO?

Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

Na fazenda Ingazeira ele nasceu
Vila Bela, atual Serra Talhada
Virgulino Ferreira na estrada
Das caatingas do Sertão empreendeu
Uma marca que o cangaço conheceu
Como linha divisória do cangaço
Que com ele assumiu ares de traço
Permanente fazendo a divisão
Do período a partir de Lampião
E de antes do seu primeiro passo

Foi parido no mês de fevereiro
Dia 12 de 1900
Virgulino era mais um dos rebentos
Da família de um simples fazendeiro
Admirava a vida de vaqueiro
Inda moço amansava animal bruto
Em seu plano de vida resoluto
Artesão de arreios de cavalo
Mudou tudo assim num só estalo
Para a vida perdeu salvo-conduto

Um artista do couro que fazia
Sela, arreios, bornais, gibão, perneira
Às cidades vizinhas ia pra feira
Pra vender o que ele produzia
Tinha sempre o pai por companhia
Nessas idas também os irmãos iam
Os negócios a eles garantiam
Um retorno que dava pro sustento
Não faltava à mesa o alimento
E assim tranqüilamente eles viviam

Nesse tempo com 17 anos
Mesmo idade que entrou para o cangaço
Ocorreu de uma vez no mesmo passo
O fracasso dos seus atuais planos
José Saturnino e outros manos
Decorrente de encrencas por chocalhos
Saiu de Cachimbos por atalhos
Encontrando-os perto de Nazaré
Atirou em quem viu que estava em pé
E o tempo fechou por entre os galhos


A saga de Lampião à cega justiça e tudo mais. 
Este folheto traz a vida de Lampião. Adquira o 
cordel e conheça a história.

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O homem de BARRO VITALINO
Sua trajetória

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

Sitio Ribeira dos Campos
Perto de Caruaru
Estado de Pernambuco
Terra do maracatu
Mil novecentos e nove (1909)
Na terra agora se move
Um filho do barro cru

Tudo começou assim
Num lugar despovoado
Seu Marcelino Pereira
Trabalhando no roçado
Dona Josefa Maria
Fabricando louçaria
Para ajudar no bocado

Em seu casebre de taipa
Esse casal agrestino
Há muito já desejava
Ter um filho Vitalino
Homenagem ao vaqueiro
Cantador e violeiro
Tio de Seu Marcelino

Com um ano de casado
Encomendou-se o menino
Nasceu mas não vigorou
Morreu esse Vitalino
Só depois de 04 anos
Veio outro nos seus planos
Mas teve o mesmo destino

O ciclo de 04 em 04
Anos se estabeleceu
Depois da segunda morte
Em 04 anos nasceu
O terceiro filho enfim
Teve o nome de Joaquim
Este sim, então viveu

Com 04 anos Miguel
Outro que veio e ficou
Depois de mais 04 anos
Dona Josefa engordou
Se era assim o destino
Este será Vitalino
E dessa vez acertou

Pra segurar a pisada
Nasceu o último filho
04 anos de viagem
Por via do mesmo trilho
Benvinda encerrou a festa
De uma família que nesta
Bonita história pontilho


Quem quiser saber o desfecho da história 
não poderá deixar de ler todo o cordel, naturalmente. 

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A HISTÓRIA DA LITERATURA DE CORDEL

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

Não quero ser condutor
De uma luta inglória
Mas alerto ao leitor
Que o cordel tem memória
Fundamentada em valores
Pontificados na história

A cultura adulatória
Falsifica a popular
Com palavrões e conchavos
De narrativa vulgar
Agredindo ao cordel
Que tem muito mais a dar

Para lhes deixar a par
Sobre esta literatura
Que é a mais popular
E ainda hoje perdura
Vamos direto ao começo
Donde vem esta cultura

Sua primeira feitura
Na Europa aconteceu
Tipógrafos do anonimato
Botaram o folheto seu
Pra ser vendido na feira
E assim se sucedeu

Foi Portugal que lhe deu
Este nome de cordel
Por ser vendido na feira
Em cordões a pleno céu
Histórias comuns, romances
Produzidos a granel

Com esse mesmo papel
Era na Espanha vendido
Como “pliegos suetos”
Assim era oferecido
Em tabuleiro ambulante
Ao pescoço prendido

(...)

Leia todo o cordel adquirindo-o neste site.

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RECIFE DE TODAS AS CULTURAS

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

Recife é a capital
Da cultura brasileira
A arte nessa cidade
Ocorre de tal maneira
Que o multiculturalismo
Está na cidade inteira

Sua música é primeira
Por tanta diversidade
Os ritmos que aqui nasceram
Espalham sonoridade
Que é como se fosse o sangue
Das veias desta cidade

É grande a comunidade 
Musical desse lugar
Desde Lourenço Barbosa
O Capiba a relembrar
Sua Jazz Band Acadêmica
Uma orquestra singular

E a Carmem Dolores tinha
A voz espetacular
Nesse mesmo tempo a jovem
Cantora Leda Baltar
Fernando Lobo tocando
Seu violino exemplar

Podemos continuar
Com um time de primeira
Citando Luiz de França
Levino e Nelson Ferreira
Também os Irmãos Valença
Artistas da dianteira

Recife tornou-se o canto
Dos artistas nordestinos
Muitos do interior
Chegaram bem pequeninos
E dos estados vizinhos 
Abriram cá seus destinos

Podemos deixar listados
No mesmo rol uma gama
De artistas que aqui fizeram
Com mais ou com menos fama
Um trabalho musical
Que a própria história proclama

Dentro desse panorama
Marco Polo, Ave Sangria
Bubuska e Alceu Valença
Geraldo Azevedo e havia
Lenine se aproximando
Para fazer companhia

Cantores com poesia
De estruturas musicais
Com os seus recursos que
São linguagens atuais
E ao mesmo tempo mostram
Raízes dos ancestrais

E podemos citar mais
Nomes dessa academia
O Quinteto Violado
E de Itamaracá, Lia
A Banda de Pau e Corda
São da mesma confraria

(...)

Há muito neste cordel sobre essa cidade histórica e 
cultural, leia-o completo,comprando-o neste site.

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ARTESANATO

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

Peço a Deus inspiração
Pra esta composição
Que faço de antemão
Sobre o nosso artesanato
Sobre esta arte singela
Que tem embutida nela
A essência que modela
Um rebuscado artefato

Uma peça artesanal
Na criação natural
Percorre um fino canal
Da inspiração humana
Numa atitude divina
O pensamento destina
Uma ideia que se afina 
Pela massa craniana

Antes de chegar à peça
A ideia se processa
E pelo juízo acessa
A visão imaginária
De forma particular
Atravessa e vai buscar
Adonde ela pode achar
A obra extraordinária 

Às vezes de improviso
Sem um início preciso
O artesão busca o siso 
Do que deseja criar
E pela imaginação
Da peça, busca a visão
Brincando com a criação
Faz-lhe pelas mãos chegar

É um poeta que cria
Diferente poesia 
Que nasce com simetria
De estilo, contorno e cor
Que é para sobreviver
Mas, antes, pra não morrer
O que em si vê nascer
Pelo fazer com amor

O pensamento artesão
É a sua combustão
Que lhe fustiga à ação 
Pela sensibilidade 
Tem prazer, por isso faz
O que Deus lhe fez capaz
E lhe forneceu o gás
Para a criatividade

Como pra o poeta, a rima
É uma matéria prima 
Para que ele se exprima
No seu feitio desejado
Para o artesão também
O material provém 
De quase tudo que tem
Pra que seja aproveitado

Do barro modela a peça
E na peça ele processa
O que sua mente expressa
Via a imaginação
E depois de tudo feito
Ele fica satisfeito
Feliz ele adorna o peito
Assim trabalha o artesão

Do próprio barro ele faz
Pigmentação que traz
A tinta como tenaz
Pra peça receber cor
Um trabalho de verdade
Que dá autenticidade 
A esta capacidade
De se fazer criador 

Madeira, pedra, metais
Vidro pra quem faz vitrais
Fibras, conchas e corais
Papel, gesso, parafina
Penas e fios, tecido
Sementes, couro curtido
O artesão tem urdido 
O que o pensamento atina

São estes materiais
E outros tantos, os quais
Necessite pra que mais
Dê forma ao que sonhou
Pra conquistar o freguês
Ele contempla o que fez
E sabe que cada vez
Transcorre um novo valor 

A arte tem movimento
Cores, expressões, intento
Que pra qualquer advento
Há uma destinação
Assim é o artesanato
Utilitário ou de ornato
A verdade é que de fato
Nele há transformação

Arte tradicional
Esta arte artesanal
De atividade integral
Para uns e outros não
Está na comunidade
Tem interatividade
Representa a identidade
De certa população

Os costumes arraigados
Já estão impregnados
E ficam delineados
Nos entornos culturais
Do seio familiar
Que vai se perpetuar
Querendo continuar
A arte dos ancestrais

Pai ou mãe pra o filho passa
Ou os dois, se a mesma graça
Para eles já perpassa
Dos antepassados seus
Famílias se enraizando
Gerações continuando
E a arte se espalhando
Pelos dons que vêm de Deus

Nosso artesanato conta
História que se desponta
De algo que se apronta
Como uma fotografia
Uma crônica, um relato
Que vai ganhando formato
Assim é o artesanato
À medida que se cria

A visão da criação sob a ótica do artesão
à medida que ele que cria, é o motivo desta poesia em cordel. Leia o restante, adquirindo o folheto.

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PRAIAS DE PERNAMBUCO
De Norte a Sul

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

Litoral pernambucano
De norte a sul, vaza o mar
Com cheiro de maresia
Com energia que dá
O Sol à costa praieira
Desta terra brasileira
De beleza singular

Botando os pés para andar
Na areia quente ou na fria
É fácil sintonizar
A freqüência da alegria
Ora pelos coqueirais
Outras pelos manguezais
Em águas de calmaria

Do Norte, ali, principia
Em Carne de Vaca, a praia
Ponta de Pedras, depois
Catuama e nesta raia
Vem Barra de Catuama
Que a natureza declama
Para que o mar se contraia

Ponta da Ilha, tocaia
A Praia de Atapuz
A do Lance dos Cações
Descanso pra fazer jus
Tem a Praia do Sossego
Mares que nos dão apego
Feitos do Senhor Jesus

Sob este manto de luz:
Enseada dos Golfinhos
A Praia de Jaguaribe
Do Pilar, ali, juntinhos
Quatro Cantos, Rio Âmbar
Baixa Verde, pra chegar
Bota-se os pés nos caminhos

Escutando passarinhos
Chega-se a Forno do Cal,
A Praia do Forte Orange
De história Magistral
A Coroa do Avião,
Praia da Gavoa, vão
Dando cor ao litoral
Extensivo manguezal
Há em Marinha Farinha,
Nossa Senhora do Ó,
Conceição, praia vizinha
Também tem Pau Amarelo,
Praia do Janga, que é elo
De toda a costa marinha

Em Olinda se alinha
A Praia do Rio Doce,
Praia da Casa Caiada,
Bairro Novo que encantou-se
Com a Praia do Farol,
Carmo e Milagres, ao Sol
Que em Del Chifre, findou-se

Como se tudo isso fosse
Pra nossos olhos, conforto
Como uma viagem passa
Por caminho reto e torto
Por vida que se levanta
Como o nascer de uma planta
Na sementeira de um horto

Recife, a Praia do Porto
Hoje entregue aos navios
Depois, Brasília Teimosa
A praia dos desafios
Praia do Pina e a imagem
Da bela Boa Viagem
Por muitos anos a fios

Indo sem fazer desvios
Chega-se em Jaboatão
Dos Guararapes pra ver
Toda aquela dimensão
Das Praias de Piedade,
Candeias, desta cidade
Barra de Jangada, são

Mexendo com o coração
O Litoral Sul começa
Bem na Ilha do Amor
E depois que lhe atravessa
Na Praia do Paiva passa
E de Itapuama abraça
Praia do Xaréu depressa

A beleza ali confessa:
Enseada dos Corais,
A Praia de Gaibu,
De Calhetas e outras mais:
Cabo de Santo Agostinho,
Do Paraíso, vizinhos
Dos mais belos coqueirais

De Suape, vê-se o cais
De uma praia portuária
A de Porto de Suape
(Riqueza extraordinária)
Da nação pernambucana
Pois sua orla praiana
Se apresenta voluntária

O vento tocando a ária
Para a única voz contralto
Pela Praia de Camboa
Passando por Muro Alto
Cupe e Porto de Galinhas
Gamboa, suaves linhas
Da brisa, de sobressalto

Distante do chão de asfalto
Maracaípe incedeia
As ondas que se levantam
Maré baixa, maré cheia
A Praia de Enseadinha,
Serrambi, ali, vizinha
A água do mar floreia

É só pôr os pés na areia
Que a cada passo, um caminho
Vai-se a Praia das Cacimbas
Depois, Praia do Toquinho,
Barra de Serinhaém
E a outras praias, também,
Andando devagarzinho

Vendo o mar em desalinho
Na Praia do Guiamum
E na Praia da Gamela
A Ver o Mar, qualquer um
Ouvindo os velhos coqueiros
De Guadalupe a Carneiros
Vê-se num canto incomum

Vá a todas as praias Pernambucanas 
passeando pelos versos deste cordel,
adquira-o neste site.

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O POETA E O SERTÃO

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

Peço ao Senhor Jesus
Que em tudo me conduz
Que dê-me um facho de luz
Com fios de inspiração
Para escrever em cordel
Como é que é o papel
De um simples menestrel
Com raízes no Sertão

Daquele que ao se acordar
Ouvindo o vento assoprar
Sente a brisa arrepiar 
O copado do arvoredo
Percebe que a mataria
Tá fazendo cantoria
Desfolhando poesia
Dando frutos em segredo

Poeta do dia a dia
Traz na alma a poesia
A qual nele se irradia
Em minuciosidade 
Daí canta a natureza
Que Deus lhe dá por beleza
E lhe revela em surpresa
Sua grandiosidade

Vê uma vaca parindo
Percebe o bezerro vindo
E dali parte sorrindo
Vendo Deus fazendo versos
Pela multiplicação
Que lhe fartará de pão
Pois escassez no Sertão
São de fatos controversos

Um poetinha matuto
Em seu campo resoluto
Atravessa o viaduto
Do cosmo da inspiração
Alcança a voz de taboca
Que pela boca pipoca
Os versos que ele entoca
Nas veredas do Sertão

Sua poesia diz
Que sua alma é feliz
Quando ele escuta o concriz
Vê-se também nesse canto
É parte da mesma parte
Que se emaranha de arte
E ao mesmo tempo reparte
Este lugar de acalanto

Poeta velho do mato
Como num auto-retrato
Fala do que lhe é nato
Sem rodeio, sem intriga
Vai direto ao que ele sente
Ao que vê e consente
Para através do repente
Solfejar nova cantiga


(...)

Conheça mais as sutilezas que inspiram o poeta
do Sertão, lendo o cordel completo.

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CASAMENTO MATUTO

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

A festa de casamento
Do matuto brasileiro
Começa 03 meses antes 
Quando se põe no chiqueiro
Galinha, porco, cabrito
Novilho, pato, carneiro

Contrata-se o sanfoneiro
Na semana da festança
Chama-se os convidados
Que sejam de confiança
Para assistir ao casório
A troca da aliança

Festa que tem abastança
Mesmo sendo de improviso
Arranjo, decoração
Isso nunca foi preciso
Num casamento matuto
Não se faz desse juízo

Não se bota nesse piso
Etiquetas sociais
Na igreja, alguns brebotes
Suficientes demais
Para agradar a assistência
Que os vê fenomenais

A família do rapaz
Vai se mantendo discreta
Enquanto a da moça faz
Sua festa predileta
Para impressionar
Bota uma mesa completa

Quem quiser entrar nessa festa adquira o folheto
E divirta-se. 

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A HISTÓRIA DO MATUTO JUVENAL NA CIDADE GRANDE E A SUA VOLTA PRO INTERIOR

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

Depois de um ano de seca
Juvenal não quis saber
Chegou pro pai e falou:
Papai eu vou lhe dizer
Acho que já tá na hora
Tô decidido ir embora
Arranjar o que fazer

O pai perguntou: por que
Que deu na tua cabeça?
Juvenal lhe respondeu
Antes que eu esmoreça
É melhor pegar a estrada
A passage já tá comprada
Tô indo embora na terça

Da gente aqui não se esqueça!
O pai lhe recomendou
Na terça de manhãzinha
Quando Juvenal pegou
O ônibus para São Paulo 
De Epitácio de Saulo
Cidade do interior

Quando em São Paulo chegou
Ainda na rodoviária
Botou a cabeça fora
E vendo a malha viária
A vontade foi voltar
Mas não queria aceitar
Mais sua vida precária

Pensou: Já qu’eu tô na área
Vou vê como me arrumo
Saiu feito cobra cega 
Sem saber direito o prumo
Até chegar a um soldado
Que o olhou desconfiado
E perguntou: Qual seu rumo?

Ele disse: Num costumo
Dizer meu rumo a ninguém
Principalmente agora
Que eu não sei dele também
Mas se o senhor me ajudar
Ao meu rumo encontrar
Tará me fazendo o bem

Se você quiser continuar com Juvenal nessa 
viagem, passagens interessantes estão por vir. 
Compre o cordel e boa viagem!

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AS 184 CIDADES DE PERNAMBUCO

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

Cidades de Pernambuco
Independente qual seja
Sempre tem um cantador
Colocando uma bandeja
Acreditando que vem
O retorno da peleja

Tem as que produzem frutas
Em pleno sol do Sertão
A beira do São Francisco
Onde há germinação
Em toda época do ano
Para qualquer plantação

Tem a rainha das flores
Suíça pernambucana
As que trabalham com barro
As de final de semana
Aquelas do litoral
Que atrai gente bacana

Tem a do melhor São João
A de melhor Carnaval
A Veneza brasileira
Que Maurício de Nassau
Costurou ela com pontes
Por sobre o manancial

As cidades dos poetas
Cantadores violeiros
Aquela que mantém vivo
O som dos bacamarteiros
A da maior vaquejada
E dos melhores vaqueiros

Área Metropolitana
Mata, Agreste e Sertão
São estas áreas que fazem
No Estado, a composição
Cada uma representa
Uma mesorregião

Quer saber o nome de cada cidade devidamente rimada em cada estrofe? Leia o cordel comprando-o neste site.

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CORDEL É LITERATURA? Qual a diferença?

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

Cordel é XILOGRAVURA?
Xilogravura é CORDEL?
Estão no mesmo papel?
É tudo literatura?

Essa confusão perdura
É fácil ouvir-se a granel
Alguém com Xilogravura
Tratando como Cordel 

É preciso esclarecer
Essa questão que está posta
E deixar clara a resposta
Pra nunca mais se esquecer

Por apenas parecer
Por conta da parceria
Que ocorreu quem diria?
Tornaram-se o mesmo ser?

Não. Não são, pois cada um
Têm formatos diferentes
Histórias independentes
Não há caminho comum

Se encontrarmos algum 
Verso de Cordel sem ter
Xilogravura há de ser
Cordel como qualquer um!

Se então a Xilogravura
For achada sem Cordel
Estará em seu papel
De arte doutra feitura

(...)

Para ter acesso a todo conteúdo, adquira o cordel neste site.

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PORTO DE GALINHAS

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

Do litoral do Nordeste
Porto de Galinha traz
Em sua arquitetura
Os contornos faciais
Daquilo que só por Deus
É feito e por ninguém mais

Localizada ao sul
Da capital do Estado
Dista 70 quilômetros
Onde está localizado
Um trecho paradisíaco
Em Pernambuco guardado

O mar de águas cristalinas
Com piscinas naturais
Que ali foram formadas
Em meio a tantos corais
Abrigo a vidas marinhas
Em nichos ambientais

É maravilhoso dar
Um mergulho para ter
Uma visão magistral
Nas águas limpas e ver
Peixinhos n’água do mar
Nadando junto a você

Por que Porto de Galinhas?
Eu vou contar pra vocês
Por que foi dado este nome?
Explicarei desta vez
Para que saibamos todos
Como a história se fez

Quando o tráfico de escravos
Estava aqui proibido
No Brasil continuava
Mesmo de modo escondido
A prática ilícita que
Agora temos sabido

Dezenove, este era o século
Lá por volta do meado
Vindo em porões de navios
Debaixo de engradado
De galinhas d’angola
Muito negro escravizado

Chegavam em Porto Rico
(Antes como era chamado)
Hoje, Porto de Galinhas
Então era anunciado:
Tem galinha nova em Porto
Aos gritos, informado

Porto de Galinhas foi
Não há muito tempo atrás
Colônia de pescadores
Também um porto de paz
Adonde prevalecia
Moradores naturais

Quando da primeira vez
Fui a Porto de Galinhas
Havia um grupo escolar
E mais duas ruazinhas
Vivendo os seus moradores
De atividades marinhas

A estrada era de barro
Acesso dificultoso
Atravessava um riacho
Quando o tempo era chuvoso
Muito atoleiro de carro
Eita trecho perigoso!

No vilarejo de Porto
Parece que a calmaria
Além das águas do mar
Lá fazia moradia
Quase ninguém transitava
Só o que lá residia

(...)

Leia o cordel completo, entre em contato e compre-o. 

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O SERTÃO DE ALMA LAVADA

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

Meu coração se encheu
De motivada alegria
Porque Deus me ofereceu
O norte da poesia
E assim pus-me a cantar
As coisas do meu lugar
Este Sertão altaneiro
Pedaço do meu Brasil
Que no Nordeste se ouviu
Em cantos do violeiro

OS BICHOS
Faz a formiga-de-roça
Uma trilha pra passar
Não tem barreira que possa
A ela interceptar
Picota a palha do milho
Num imaginário trilho
Desce o buraco da grei
Levando alimentação
É assim todo verão
Digo porque observei

Canta o poeta a natura
Do Sertão em cantoria
Numa mesma partitura
A serenata da jia
Chamando o sapo à lagoa
Veja só que coisa boa
Que rito mais refrescante!
Esses bichos do Sertão
Fazem para o coração
Sob o luar deslumbrante

O preá cruza o caminho
Pra se esconder no capim
Enquanto dorme sozinho
O pequeno guaxinim 
A seriema elegante
Não vê um lugar distante
Que ela não possa alcançar
Metido no matagal
Encontra-se o bacurau
Que à noite sai pra caçar

Juriti, xexéu, nambu
Aves do céu do Sertão
Cutia, peba, tatu
Os que vivem pelo chão
Do riquíssimo celeiro
Desse solo brasileiro
Que alguém fala sem saber
Que só há dor, sofrimento
Porque nunca ouviu o vento
Soprando no muçambê


(...)

Neste cordel abordamos elementos das riquezas 
do Sertão, como os bichos, as pessoas e a vegetação. 
Compre este cordel e leia o tropel de versos que não estão aqui.

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Temas Meio Ambiente Saúde e Cidadania

Folhetaria Campos de Versos

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ÁGUA - MEIO AMBIENTE

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

Substância indispensável à vida
Com as suas inúmeras funções
Dividida em diversas proporções
Para múltiplos fins é consumida
Ela em cada ser vivo está contida 
Em 70% da matéria 
Descuidar-se da água é coisa séria
Precisamos da água pra viver
Do contrário se pagará pra ver
Sua falta gerar sede e miséria

Água doce é a água que bebemos
E só temos na terra 3%
Para todo nosso abastecimento
Que nem é este número, sabemos
Pois 3/4 deste valor que demos
Não estão disponíveis para a gente
É que estão congelados simplesmente
Sobre os pólos e picos montanhosos
Condensados em grupos volumosos
Nas geleiras de qualquer continente

Na verdade nossa água disponível
Vem dos lagos, dos poços e dos rios
Preservá-los, nos impõe desafios
Pois sem água viver é impossível 
Ter bom senso pra o uso é indiscutível
Consciência, também educação
Pra saber que para a preservação
Todos nós temos que contribuir
E de forma nenhuma poluir
Para não existir mais redução

É a água do mar, água salgada
Que não dá para o homem consumir
Mas é ela que vai contribuir
Para toda água doce que é gerada
Pelas chuvas depois de evaporada
Da lâmina d’água do oceano
Alem disso é o mar diluviano
Que dá vida aos animais marinhos
Garantindo outros tantos de caminhos
Às espécies do mar e ao ser humano

Comparando com o uso industrial
E com o uso também na agricultura
O consumo humano que perdura
Não é muito, quando individual 
Pois alguém com a massa corporal
Aferindo-lhe ter 70 quilos
Seu consumo anual, sem dar vacilos
Compreende 700 litros d’água 
O que é pouco pelo que se deságua
Nesses números que iremos exibi-los:

Para 01 quilo de trigo precisamos
Usar 1.500 litros d’água
Esta conta noutro valor deságua
Para 01 quilo de arroz que nós plantamos
4.500 litros damos
10.000 litros pra 01 quilo de algodão
Na indústria, tem mais revelação
Pro papel, pro adubo e para o aço
Que são dados que estão no mesmo passo
Do que acima fez-se apresentação

Se a água limpa está restrita 
Não se pode nunca desperdiçá-la
Todo aquele que precisar usá-la 
Tem que ver que a água se limita
Para o uso errado ela debita
Uma conta na vida do planeta
Não se livra da conta com careta
Não se foge da lei da recompensa
Para cada atitude, uma sentença
Para quem se descuida, ela alfineta

Precisamos raciocinar sobre o cuidado com a vida de diversos ângulos e um desses é o cuidado com a água do planeta. Saiba mais lendo o cordel completo.

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BIOMAS BRASILEIROS
Meio Ambiente

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

Os Biomas Brasileiros
Aqui apresentaremos
Com toda diversidade
Que em nosso país temos
E pra melhor conhecer
Podemos oferecer
Um pouco do que aprendemos

Afinal, o que é bioma?
Podemos conceituar
Como um conjunto de vida
Existente num lugar
Tipo de vegetação
De animais e a condição
Para se multiplicar

É a vida se bulindo
Numa evolução constante
Começando pelo clima
Com chuva ou sol escaldante
Com tempo de duração
Pra cada situação
Conforme for seu instante

Tem a biodiversidade
Os muitos ecossistemas
Que em cada bioma estão
Fazendo parte dos temas
Umidade, solo e mais
Contextos regionais
Presentes nesses sistemas

Seis Biomas Brasileiros
Nosso país mapeou
O Bioma Amazônia
O maior que se achou
Encontra-se em 09 estados
Neles identificados
Os pontos que o formou

Acre, Amapá, Amazonas
Pará, Roraima, são eles
Que o Bioma Amazônia
Está 100% neles
Com sua bela floresta
De clima úmido em festa
Aquecendo a terra deles

Em quase todo Roraima
Em Mato Grosso tambem
Maranhão e Tocantins
Grandes árvores lá têm
Grandes rios e animais
E as riquezas vegetais
Que este bioma contém

O Bioma Mata Atlântica
Em quase todo o país
Pela zona litorânea
Carrega uma cicatriz
Com tanto desmatamento
Hoje tem 7%
Não se acabou por um triz

No passado ele ocupou
Quase todo o litoral
Mas continua inda vivo
Com um diferencial
É forte o ecossistema
A vida não vê problema
De fazê-lo especial

Sua riqueza consiste
Nas espécies de animais
Rico em biodiversidade
Presenças de vegetais
Na mata densa, fechada
Ainda está preservada
Seus valores naturais

Nosso Bioma Cerrado
Está no Brasil Central
Tem predominantemente
O bom clima tropical
Com poucas oscilações
Mas por tais variações
Se diz que é sazonal

A presença de gramíneas
E de árvores retorcidas
De arbustos e lenhosas
Ganha no cerrado vidas
Que identifica a paisagem
Criando uma só imagem
Das muitas reflorescidas

Tem o Bioma Caatinga
Que é o único do Brasil
Exclusivamente nosso
Com seu singular perfil
Que no planeta não há
Parte que encontramos lá
Só na “terra varonil”

Patrimônio biológico
Presente em todo Nordeste
E em 2% de Minas
É de riqueza inconteste
Ainda pouco explorado
Precisa ser pesquisado
O que nele se reveste

Conhece um pouco dos outros biomas lendo o cordel
completo. Adquira neste site o seu.

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FONTES DE ENERGIAS ALTERNATIVAS

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

Eita! Brasil de energia!
Que fulgura de alegria
No verbo da poesia
Em versos comunicáveis
Pra tuas terras produtivas
Eu sei, Brasil, que avivas
As forças alternativas
De energias renováveis

Para quem quer pesquisar
Quanto mais se aprofundar
De certo irá encontrar
O que está em nossas mãos
Aí então acharemos
Alternativas que temos
E assim nós cresceremos
Com esses recursos sãos

Pois toda energia limpa
É energia supimpa
E quem a ela garimpa
O faz com sabedoria
Pois reduz a emissão
Dos gases de combustão
E retrai poluição
Esses tipos de energia

A força que vem do vento
É o ar em movimento
E as hélices (cata-vento)
Geram ENERGIA EÓLICA
Como se fosse um motor
Que alimenta o gerador
Acionando o rotor
Com a ventania bucólica

O vento é um combustível
De simplicidade incrível
Há muito tempo acessível
A barco a vela e moinho
É uma fonte natural
Sem lixo residual
Que tem nos dado o sinal
De que é mais um bom caminho.

O BIODIESEL também
É combustível do bem
De queima limpa, ele tem
Bons resultados presentes
Pras questões ambientais
O diesel dos vegetais
Vem de fontes naturais
E com funções excelentes

Sendo opção renovável
Já assim se faz viável
Tornando a terra saudável
Por resíduos transformar
Mas tem ele outra função
Pra boa aclimatação
Reduz mais a emissão
Da poluição do ar

Ele é obtido, sim:
De mamona, amendoim
De girassol, colza, enfim:
Da semente de algodão
É desses, principalmente,
Que o biodiesel da gente
É bem mais eficiente
Em sua utilização.

A ENERGIA SOLAR
Abunda em nosso lugar
E vive a se renovar
A cada dia que passa
Não polui o ecossistema
Não nos traz nenhum problema
Nem contribui com o dilema
Do céu cheio de fumaça

Nosso Sol abrasador
É grande fornecedor
Tanto em fonte de calor
Quanto de fonte de luz
Excelente alternativa
De energia positiva
Que apenas do Sol deriva
E a poluição reduz

Irradia anualmente
O que é equivalente
A 10.000 vezes, pra gente
A mais do que consumimos
No ano, em todo planeta
Pra coisa não ficar preta
Vamos tirar da gaveta
O que nós já descobrimos.

Saiba tudo deste cordel adquirindo-o aqui neste site

X

LIXO - Onde botar ?

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

É um fato vivido e constatado
Sobre a face da terra à luz do dia
Que o homem vai produzindo lixo
Que no meio ambiente se amplia
Num processo contínuo sem retorno
Avançando contra-cidadania 

Mas o lixo gerado pelo homem
É apenas uma parte da montanha 
Entretanto é o que mais suja a terra
Não devemos querer que tal “façanha”
Continue infiltrando-se na gente
Pelas veias da terra, em sua entranha

Para que se entenda mais um pouco
Sobre as origens do lixo, suas fontes
E como é que o processo se inicia
De que forma é que ele se torna aos montes
Para que se transporte esses assuntos 
Nós faremos aqui diversas pontes:

As matérias-prima transformadas
No processo da industrialização
Os resíduos que do processo ficam
São levados para aterros-lixão 
Contaminam o solo e o subsolo
Do ambiente pela degradação 

Os rejeitos das fábricas poluem
Afluentes de rios que agonizam
Matam peixes com águas poluídas
Para o uso da gente inutilizam
É a sede de escala industrial
Com seus lixos que a vida banalizam

Produzidos de diversas maneiras
Registramos o lixo hospitalar
De farmácias e casas de saúde
Hospitais, público e particular
São esses os lixos patogênicos
Que produzem doenças pra danar

Folhas verdes e secas, terra, entulho
Que nas ruas e praças são gerados
Esses lixos são dos espaços públicos
São os lixos de varrição, chamados
Pelo ciclo do tempo na cidade
Aos poucos vão sendo originados

Embalagens, vidros, latas, papéis
São lixos de casas comerciais
E também restos de alimentação
Os quais são praticamente iguais
Aos que se compõem na origem
Dos que são lixos residenciais

Do que vai como lixo pra os “lixões”
Tem bem mais do que 50%
Que se pode ser reutilizado
Reciclado, e por este tratamento
Se incorpora de novo a vida útil
Reduzindo-se o lixo do momento 

Produzir menos lixo é bem possível
Poderemos o lixo reduzir
Se usarmos a nossa inteligência
E a maneira da gente consumir
Os produtos e os materiais
Para mais, menos lixo produzir

Vamos limpar o planeta para andarmos limpos por aí. 
Leio o cordel inteiro é só se desfazer de um pouco de
 dinheiro repassando ele pra mim. Compre o folheto.

X

A CHEGADA DO VELHO CHICO AO SERTÃO

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

O Velho Chico já está
Para chegar ao sertão
Lambendo o dorso do chão
Indo até o Ceará
Quem quis disso duvidar
Agora não mais duvida
Quem sofreu tanto na vida
Com sequidão na garganta
Levanta sua voz e canta
Quando as águas dão partida

Um pedaço do sertão
É por ele contemplado
Mas outro pedaço ao lado
Por falta d’água que não
Chegasse ao seu torrão
Lamentava todo dia
Porque não via na pia
Nem uma gota sequer
Que enchesse uma colher
Quanto mais uma bacia

O sertanejo comenta
Em todo dia de feira
“Agora é pra vida inteira
Que o velho Chico sustenta”
Quando do céu Deus aumenta
A quantidade de chuva
Dá pro mamão, dá pra uva
Pra Petrolina e Monteiro
Dá até pro mundo inteiro
Por forças do “Mandachuva”

E quem conhece o sertão
Por onde o rio vai passar
Já começa a se alegrar
Sabendo o que avistarão:
Água ao alcance da mão
Com certeza de achar
Sem tantas léguas andar
Pra pegar água barrenta
No lombo de uma jumenta
Até a porta do lar

Foi preciso um Presidente
Com identificação
Com o povo do sertão
Pra romper esse batente
Mesmo tendo pela frente
Tanta corrente infeliz
Teatros de chafariz
Ecologistas do nada
Discursando pra manada
Que lhes concede a cerviz

Águas que iam pro mar
Pra lavar bucho de lancha
Agora desce de prancha
Pra ancha fertilizar
Vão para a terra molhar
Molham pra terra viver
E vivem para correr
Ao encontro de quem
Necessita desse bem
Sem deixá-lo se perder

Saiba onde termina o curso do rio nesse desafio
de cordel. Adquira aqui o folheto e leia 
a história completa.

X

Declaração Universal dos Direitos Humanos Em Cordel

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

Quarenta e oito, este foi o ano (1948)
No dia 10 de dezembro chegava
Aquela agora que se declarava
A guardiã de todo ser humano

Declaração pra não haver engano
Que concedera com autoridade
Direitos plenos à humanidade
De liberdade em seu cotidiano

Pra que por lei não mais sofresse dano
Por desrespeito ao direito seu
Mas garantisse por vários artigos
O que agora a Declaração deu.

Estes direitos foram proclamados
Numa Assembléia Geral das Nações
Todas Unidas com motivações
Pra que eles fossem todos alcançados

Nos muitos anos que foram passados
E desde o dia da proclamação
É necessário uma reflexão
Acerca dos que não são respeitados

Esses direitos são considerados
Como inerentes à família humana
Há muito foram estabelecidos
Pra contrapor-se à ação desumana

Pois pelo Estado de Direito são
Os Direitos Humanos protegidos
Para que todos tenham garantidos
Os conteúdos da Declaração

Esses compromissos de cooperação
Os seus Estados-Membros assinaram
Com as Nações Unidas concordaram
A respeitarem a resolução

Deixando clara a consideração
Que todo membro da humanidade
Reconhecido em seu direito é
Igual ao outro em dignidade

Pelo desprezo à fraternidade
E os desrespeitos que já imperaram
Considerando que já resultaram
Em atos bárbaros contra a humanidade

É que se faz já por necessidade
A mais presente das aspirações
Que o homem tem às suas relações
Para alcançar a boa liberdade

Esta palavra tem docilidade
De haver direitos com dever também
Que seja o homem livre nas ações
E no amor fomentador do bem

Então os povos das Nações Unidas
Reafirmaram nesta Carta a fé
De que o valor da pessoa humana
Nos seus direitos fundamentais é

Sem distinção de espécie qualquer
Religião, opinião política
Cor, raça, sexo, que não haja crítica
Mas que o respeito se faça mister

De qualquer língua, donde ela vier
Ou mesmo algo doutra natureza
De nascimento ou até doutra origem
Quer social, nacional, riqueza

Toda pessoa tem direito à vida
A nascer livre e com segurança
Desde o primeiro dia de criança
Perante a lei sendo reconhecida

Pessoa alguma pode ser mantida
Em qualquer forma de escravidão
Tráfico de escravos ou de servidão
Toda esta prática fica proibida

Ou mesmo ainda ser submetida
A qualquer tipo de tortura, não
Nenhuma ação desumana é aceita
Está bem claro na Declaração

Ninguém será arbitrariamente
Preso, detido ou até exilado
E mesmo estando sendo investigado
Até a prova, julga-se inocente

Num tribunal justo, independente
Terá direito de se defender
No julgamento público exercer
Sua defesa, nele, plenamente

Os fundamentos pela lei vigente
Declararão direitos e deveres
E quantos forem os seus pareceres
Registrarão o direito presente

Qualquer pessoa não poderá ter
A sua vida privada invadida
E na família ser interferida
No lar, também, não pode acontecer

Correspondências ninguém pode ler
Se não aquele que é destinatário
É para todos direito primário
E não se pode mais retroceder

O cidadão poderá escolher
Qual o destino dele de ir ou vir
E até mesmo onde residir
Terá direito de assim proceder

Toda a Declaração encontra-se neste cordel. 
Leia-o completo.

X

RACISMO NO FUTEBOL

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

Neste meu cordel de versos
Faço uma reflexão
Sobre essa prática infeliz
Que mancha qualquer nação
E o convido a refletir
Como devemos agir
Diante de tal questão

Prestemos bem atenção
Que quem comete esse ato
É alguém que se esconde
Como sola de sapato
Que vive sem se enxergar
Pois nunca consegue andar
Como um cidadão de fato

Esconde-se no aparato
De uma grande multidão
Tem inveja no seu eu
É pobre de boa ação
E ao negro bem sucedido
Revoltoso e enrustido
Ele libera agressão

Vamos fechar a janela
Na cara dessa vergonha
Combater com veemência
A atitude bisonha
Do racismo que apregoa
Atingir a uma pessoa
Numa jogada bisonha

A vida não pede cor
Para aquele ou para aquela
A quem pintou nesse quadro
A mais bonita aquarela
Trazendo a arte da bola
Que pelo gramado rola
Por entre as traves da tela

Entretanto esta querela
Da cor da pele da gente
Parece ter importância
Para muitos que a mente
Infelizmente parou
No preconceito ficou
Nada enxergou pela frente

Tem francês na Inglaterra
Brasileiro na Espanha
Tem negro por toda parte
Que com sua arte assanha
A sanha dos infelizes
Da vida ainda aprendizes
De abominável façanha

Que olha cor como dote 
Para se posicionar
Dificilmente consegue
Ao outro identificar 
Tenta ver, mas não há luz
O claro não lhe conduz
Para que possa enxergar

Somos irmãos uns dos outros
Preto, amarelo, branquinho
O preconceito, sim, erra
Por desviar-se sozinho
Nunca acertará o gol
E jamais alçará voo
Porque não sabe o caminho 

(...)

Leia todo o cordel adquirindo-o neste site.

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BULLING ISSO NÃO TEM GRAÇA NENHUMA

Autor: Abdias Campos
Editora Abdias Campos

Vamos parar de bulir
Com os colegas na escola
Deixar de mexer com quem
Não é um craque de bola
Nem alto, baixo ou magrelo
Gordinho, negro ou branquelo
Discriminá-los não rola

Cada pessoa tem nome
Não apelide ninguém
Não invente piadinhas
Desfazendo de alguém
Comentários mentirosos
Desses tipos escabrosos
Jamais fale eles também

Se na turma tem alguém
Diferente de você
Respeite e siga na sua
Passe sem nada dizer
Mas quer conhecer? Se junte!
Se quer perguntar? Pergunte
Porém sem nunca ofender

Não vá dizer pra ninguém
Que ele não serve pra nada
Não despreze, não magoe
Faça-se bom camarada
Pois a roda está girando
Daí tudo vai mudando
Conforme ela for rodada

Pense bem e se pergunte
Por que gosto de agitar?
Lembre-se quando você
Sofreu em algum lugar
Por qualquer motivo assim
Pense o quanto foi ruim
Tudo aquilo suportar

Tem muita gente que gosta
De ser visto por palhaço 
Mas palhaço é coisa séria
Cuidado porque isso é laço
Palhaço sem picadeiro
É desprezado ligeiro
Talvez no primeiro passo

Achar-se então que é o tal
É uma grande armadilha
Corrija-se já, depressa
Pra não tornar-se uma ilha
Isolado em desacerto
Passando por muito aperto
Numa atormentada trilha

Todos nós temos por certo
Direito de ir e vir
Você quer esse direito?
Ninguém pode lhe impedir
Mas não impeça a ninguém
Perceba que tudo tem
O sentido de existir

(...)

X

Vago 3

Folhetaria Campos de Versos

X

FRUTAS QUE CURAM

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

A B A C A T E
Fortalece nossos ossos
Dá melhora pra visão
Os gases intestinais
Ele evita a formação
Enxaqueca, resfriado
Pra acabar ele tem dado
Grande contribuição

Estimula o apetite
Regula a menstruação
Tonificador dos nervos
É eficaz na ação
Contra o mal de nevralgia
O abacate alivia
Sua manifestação

Tem gordura insaturada
Que ajuda a regular
O colesterol do sangue
Que a outro faz formar
Sendo este encarregado
Depois de ser transportado
Para o fígado limpar

M A M Ã O
Ele através da enzima
Age na má digestão
Oferecendo ao intestino
Maior poder de ação
Pra digerir proteína
Porque contém papaina
De fácil assimilação

Alto valor biológico 
Além de ser saboroso
Pra processo inflamatório
É parceiro valoroso
De uso interno e externo
O mamão é um eterno
Alimento generoso

Regula funções vitais
Do intestino da gente
Casos de constipação
É um remédio excelente
E pra verme o resultado
Só pode ser alcançado
Com o uso da semente

(...)

São 18 frutas e seus valores medicinais
em versos de cordel. Compre o folheto e saúde.

X

PLANTAS MEDICINAIS

Autor: Abdias Campos
Campos de Versos

Em toda a face da terra 
As plantas medicinais
Desde o princípio da vida
Para os homens são vitais
Sobre os bancos arenosos
Ou nos charcos pantanosos 
Brotam em todos locais

Pelos hortos florestais
Na aridez do deserto
Na beira de uma lagoa
Onde um rio passa perto
No quintal ou num baixio
Nas ribeirinhas de um rio
Tem um pomar descoberto

Em cada planta por certo
Há algo pra se tirar
Na raiz, na casca grossa
Na folha, em qualquer lugar
Onde a gente põe mão
Na raiz ou no pendão
Tem substância pra dar

Não podemos duvidar
Das plantas maravilhosas
Que Deus deixou sobre a terra 
E que nos são frutuosas
E pela magnitude
Elas promovem saúde
Na terra são numerosas

Algumas são venenosas
De acordo com a quantia 
Que no processo se usa
Mas pra se ter garantia
São plantas que é preciso
Que o doutor dê o juízo
De qual sua serventia

Mas a grande maioria
Com uso disciplinado
Sabendo dosar no modo
E no valor que lhe é dado
Presente na natureza
É de imensa grandeza
Para um efeito sagrado

Das plantas se tem tirado
E por diversas maneiras
Fórmulas medicinais
As quais são alvissareiras
Em grandes laboratórios
Verdadeiros oratórios 
Das ciências estrangeiras

Outras são plantas caseiras
Mais conhecidas da gente
Transformadas em xarope
Inalação ou chá quente
Que faz-se após a infusão
Para uma degustação 
Se estiver ou não doente

O BOLDO é planta presente
No mundo medicinal 
Bom pro fígado e também
Digestivo estomacal 
Para a hepatite aguda
E a acidez, não se iluda
O boldo combate o mal 

A CAMOMILA afinal
Antiinflamatório é
Toda cólica e colite
Ela põe em marcha ré
Antialérgica, ela traz 
Um sentimento de paz
Por ser calmante de fé

A UNHA-DE-GATO é 
Para reumatismo usada
Dores nas costas, nas pernas
É boa se ministrada
Para doença venérea
Esta nossa planta etérea 
Também é utilizada

MACELA flor perfumada
É usada em travesseiro
Para acalmar a pessoa
Relaxando o corpo inteiro
E no chá é digestiva
Para azia é flor ativa
Recuperando ligeiro 

Nós temos o SABUGUEIRO
Forte pra fazer suar
E quando a pessoa sua
Começa a dela expulsar
Tosse, gripe, resfriado
Caxumba e sarampo, é dado
Efeito espetacular

CATUABA faz gerar
Energia no organismo
Para quem quer levantar
E ganhar mais dinamismo
Ela combate a fadiga
Afrodisíaca fustiga
O aumento do otimismo 

Em nosso pragmatismo
Um broncodilatador
Pra bronquite, tosse ou asma
EMBURANA tem valor
Cólicas intestinais
E as uterinas, apraz
Efeito aliviador

De excelente sabor
É descongestionante
HORTELÃ acaba gases
Cessa o vômito irritante
Do estômago é sedativo
Tem efeito curativo
E sensação refrescante

JATOBÁ, fortificante
E da melhor qualidade
Contra os males pulmonares
Ele tem capacidade
Para ajudar o doente
Tornar-se convalescente
Retirando a enfermidade

JURUBEBA na verdade
Tem a função digestiva
Pro baço, também pro fígado
O funcionamento aviva
Se há ação sintomática 
De insuficiência hepática
É mais que paliativa

Tem muito mais plantas pra mostrar é só 
comprar o cordel aprender e praticar.

X

Linguagem

Folhetaria Campos de Versos

X

SUBSTANTIVOS

Autor: Abdias Campos
Editora Abdias Campos

O substantivo é 
A classe gramatical
Ou morfológica que
Tem papel fundamental
Dando nome a todo ser
Imaginário e real

Essas palavras que a gente
Quando escreve ou pronuncia
Criam imagens na mente
E é o homem que cria
São os tais substantivos
Postos nesta poesia

Estrelas, cidades, mês
Retrato, jornal, país
Repare quantas palavras
Que deixa a gente feliz!
Olhe que a gente, também
Substantivo se diz

Nomes das coisas que existem
E dos seres em geral
Sentimentos e ações
E o estado, afinal
Tem nome o nome dos nomes
É substantivo, o tal

Quanto a sua Formação
Existem os primitivos
Que não provêm doutros nomes
Como estes substantivos:
Avião, pedra, sol, fogo
Na nossa língua, tão vivos

Os Derivados derivam
Doutros nomes existentes
Por exemplo, aviador 
E fogão que estão presentes
Como palavras formadas
Doutras palavras fluentes

Jornalista, fogaréu
Terreiro, terraplanagem
Floricultura, pedreira
Mais território, folhagem
São somente alguns exemplos
De uma extensa listagem

Simples: quando só tem um
Radical na formação
Peroba, pedra, flor, sol
Para exemplificação
Escrevemos estes nomes
Para ficar na lição

Compostos: quando possui
Mais do que um radical
Couve-flor, pé de moleque
Girassol, vê-se afinal
Como estes substantivos
Colocam-se no local

E na Classificação
Preste atenção a seguir:
Boca, poema, Recife
Cidade, rio, Peri
Veja que alguns desses seres
São genéricos aqui

Perceba então que cidade
Não especifica qual
Podendo ser qualquer uma
São Paulo, Santos, Natal
Substantivo comum
É o seu nome real

(...)

X

( E J A )
DEPOIS QUE APRENDI A LER!

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

Eu era assim, desse jeito
Quando eu não sabia ler
Via o que estava escrito
Mas não podia entender
É como se eu fosse cego
Sem ter a luz do saber

Quando eu fui para a escola
Eu não entendia nada
A minha mão era dura
A caneta era pesada
Minha cabeça era lenta
E a vista embaraçada

Mas a vontade era tanta
Eu tinha tanta vontade
Que eu sonhava escrevendo
Parecia de verdade
Vivia feito criança
No começo da idade

Aprendi fazer meu nome
E outros nomes também
Fui aprendendo a ler
Porque para aprender bem
Tem que ter muita vontade
De na vida ser alguém

Hoje eu posso tomar ônibus
Sei ler o nome da linha
Leio receita de bolo 
Quando vou para cozinha
Aquele que sabe ler
Sabe por onde caminha

A tarefa do meu filho
Agora sou eu que ensino
Eu já posso ler a bíblia
Escrever o que imagino
E leio as placas da rua
Para tomar um destino

Escrever e ler pra mim
É ser rico de prazer
Eu vou levando meus passos 
No caminho do saber
E por meio da leitura
Outro mundo posso ver

Somente lendo os avisos
Entro e saio de um lugar
Não me perco mais na porta
Sem saber por onde andar
Leio o que está escrito
Sem precisar perguntar

Este cordel é destinado a professores e alunos 
da educação de jovens e adultos para estimular 
o prazer de ler dos neoleitores. Aqui apresentamos apenas um trecho de uma das duas histórias editadas neste folheto.

X

CORDEL DA NOVA ORTOGRAFIA

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

CORDEL DA NOVA ORTOGRAFIA
Abdias Campos

Com a nova ortografia
Nosso jeito de escrever
Sofreu algumas mudanças
E para a gente aprender
Chamo atenção ao papel
Que terá este cordel
Para mostrar a você

Primeiro saber por que
Houve esta necessidade
De uma mudança ortográfica
E qual é a validade
De a escrita ser igual
Na dissertação formal
Sem qualquer variedade

A sua finalidade
É tornar oficial 
Uma grafia somente
De alcance internacional
Para em qualquer redação
De uma documentação
Esteja a escrita igual

No Brasil, em Portugal
Moçambique e São Tomé
Cabo Verde e Timor Leste
Angola, Príncipe e até
Guiné-Bissau é assim
Todos com o mesmo fim
De pôr nossa língua em pé

Por este acordo de fé
Não são mais duas grafias
Tidas como oficiais
Com regras de ortografias
(Europeia e brasileira)
Pesando sobremaneira
Sobre as mais diversas vias

Agora as academias 
Já vêm nos trazendo tudo
Como na ACENTUAÇÃO
Garanto não ficar mudo
Vou mostrar como é que fica
E o que nela modifica
No transcorrer desse estudo

No uso do ACENTO AGUDO 
Este sai da assembleia 
Geleia, ideia e jiboia 
Tramoia, joia e plateia 
Paranoico e asteroide  
Claraboia  e debiloide 
Apoia, boia, epopeia 

Heroico, estoico, alcateia 
Odisseia e celuloide 
Estreia, colmeia, e mais
Coreia e também androide
Não são mais acentuadas
São sem acentos grafadas
Paranoia e alcaloide

Já anéis, herói, chapéu
Mantêm-se o acento delas
Assim também como em céu
Ilhéu, dói, portanto nelas
Ninguém se atreva a tirar
O acento do lugar
Que é colocado pra elas

Existem também aquelas
Que o seu acento sumiu
Como feiura e baiuca
Boiuna também sentiu
A perda do acento agudo
As regras ensinam tudo
De como e porque saiu

Pois noutras palavras, viu? 
O acento continua
Piauí e tuiuiú 
Neste caso se acentua
Baú, baús e saída
A mesma regra é mantida
Para acentuação sua

(...)

Conheça completo com todas as mudanças, inclusive, o uso do hífen  adquirindo o cordel.

X

Copas do Mundo de Futebol

Folhetaria Campos de Versos

X

1ª COPA DO MUNDO
Uruguai 1930
2ª COPA DO MUNDO
Itália 1934

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

O mundo do futebol
Agora conhecerá
A história dos mundiais
Que este cordel contará
Artilheiros, seleções
E todos os campeões
Dos anos 30 pra cá

O Uruguai sediou
O primeiro Mundial
Mil novecentos e trinta (1930)
Foi o marco inicial 
Ano que está na memória 
Como portal da história
Desse esporte sem igual

A FIFA era presidida
Por doutor Jules Rimet
Que depois de tantos anos
Viu o sonho acontecer
E aquilo que foi sonhado
Sonhou-se e foi pro gramado
Fazendo a bola correr

No ano de 29
Durante uma conferência
Em Barcelona, na Espanha
O mundo toma ciência
Que a primeira copa vai
Ser feita no Uruguai
No ano da independência

Centenário desse fato
De tão importante data
Pois que o Uruguai de pronto
À sede se candidata
Pra comemorar o feito
Que foi pela FIFA aceito
E se registrou em ata

Eram os Jogos Olímpicos 
A única competição
Que o futebol disputava
Com jogos de seleção
E o Uruguai nessa era
Vivia a atmosfera
De ser o bicampeão 

Não houve eliminatórias
Mas a copa aconteceu
Com poucos participantes
Mesmo assim ela ocorreu
Quem veio participou
Quem não veio não entrou
Na história que se deu

Para a copa o Uruguai 
Fez o Estádio Centenário
Que foi neste mundial
O seu principal cenário
Também com mais dois escritos:
Parque Central e Pocitos
Para o mesmo calendário 

De 13 a 30 de julho
Realiza-se o evento
Na capital uruguaia
Onde o futebol atento
É o maior vencedor
Sem suscitar perdedor
Marcando o mais belo tento

Foram 13 seleções 
Duas da América do Norte
07 da América do Sul
Para um evento mais forte 
04 seleções da Europa
Fazem a primeira copa
Do melhor de todo esporte

Brasil, Estados Unidos
Iugoslávia, Paraguai
Argentina, Chile, Bélgica
Romênia, México, Uruguai
Bolívia, França e Peru 
Derrubaram o tabu
E a Copa do Mundo sai

(...)

2ª COPA DO MUNDO 
Itália – 1934 
Abdias campos 

Em 34 foi sede
A Itália que vivia
Sob o regime fascista
Que ao país conduzia
Mussolini comandava
E a tudo influenciava
Como ele bem entendia

Deseja e assim o faz
Da copa uma propaganda
Pró-regime que o mesmo
Como ditador comanda
Cobiça ser campeão
Pra dar maior dimensão
A todos da sua banda 

A seleção do Uruguai
Optou em não jogar
O atual campeão
Não quis ir participar
É que muitos da Europa
Não foram pra sua copa
Acharam longe o lugar

De 27 de maio
A 10 de junho se deu
No estilo mata-mata 
Foi assim que aconteceu
A copa que resultou
No que a política ditou
Da forma que requereu 

(...)


Para saber a história completa das duas copas, adquira aqui o cordel.

X

3ª COPA DO MUNDO
França – 1938
4ª COPA DO MUNDO
Brasil 1950

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

A copa de 38
Na França realizada
Foi sob forte tensão
Com toda Europa agitada
A crise internacional
Apresentava sinal
De uma guerra anunciada

Começa a segunda guerra
Um ano depois do evento
Podemos imaginar
Como foi tenso o momento
De realizar a copa
Nessa conturbada Europa
De grande estremecimento 

Jogos de Eliminatórias
Passaram a existir
Devido à grande procura
Dos países para ir
Pois os sucessos passados
Deixaram-nos motivados
Pra na copa competir

(...)

4ª COPA DO MUNDO 
Brasil – 1950
Abdias Campos 

A Segunda Guerra impede
Duas copas mundiais
São as de 42
46 e tem mais
Quase não há em 50
Porque a grande tormenta 
Deixou sequelas demais

A Europa é arrasada
(Mortos mais de 100 milhões)
Enquanto a economia
Descia pelos porões
Daí Estados Unidos
Um dos líderes surgidos
Avançam como leões 

A União Soviética
É a outra liderança
Que com a Segunda Guerra
Esta posição alcança
Nova ordem mundial
É desenhada, afinal,
A guerra gerou mudança

Para a copa de 50
O Brasil foi escolhido
Porque o nosso país
Não tinha sido atingido
E ainda prometeu
Um estádio que se deu
Como o maior construído

Este é o Maracanã
O da copa de 50
Brasil sede mundial
De ser campeão intenta
E a copa aconteceu
E o que nela ocorreu
Este poeta comenta

(...)

Para saber a história completa das duas copas, adquira o cordel.

X

5ª COPA DO MUNDO
Suíça 1954
6ª COPA DO MUNDO
Suécia 1958

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

A 5ª Copa do Mundo
Na Suíça aconteceu
No ano de 54
A Europa reviveu
Dez anos depois da guerra
A Copa do Mundo encerra
O que a guerra não lhe deu

A FIFA estava fazendo
50 anos de idade
Esse foi mais um motivo
Para a credibilidade
De a Suíça sediar
E assim valorizar
O papel da entidade 

Foram 16 países
Para este mundial:
Brasil, Coreia do Sul
Alemanha Ocidental
Inglaterra, França, Hungria
Escócia, Itália, Turquia
Inda tem mais no bornal:

Áustria, Bélgica, Iugoslávia
Tchecoslováquia, Suíça
O México e o Uruguai 
Anunciam a premissa
Do que nessa copa tem
Com esses times que vem
Pra disputar sem preguiça 

Brasil no primeiro jogo
Da primeira fase faz
5X0 sobre o México
Mas depois foi incapaz
Ficou só no 1X1
Com Iugoslávia e nenhum
Golzinho não saiu mais

(...)

6ª COPA DO MUNDO 
Suécia – 1958
Abdias campos 

A Suécia foi a sede
Desse 6º mundial
No ano de 58
Pelo seu potencial
E o continente europeu
Duas Copas recebeu
De forma sequencial

Mas os sul-americanos
Protestaram com razão
Porque havia um acordo
Para que a competição
Tivesse revezamento
E a FIFA sem cabimento
Faz esse tento de mão

Foi pela primeira vez
A copa televisada 
Mais de 70 países 
Assistiram a jornada
A copa se consolida
Num espetáculo de vida
Pelas nações disputada

De novo são 16
Países participantes:
Paraguai, Suécia, México,
Também outros importantes:
Brasil, Hungria, Argentina, 
Áustria e França que se afina
Com outros desafiantes:

Escócia, Tchecoslováquia
Alemanha Ocidental
A União Soviética
E pra chegar ao total
Gales, Irlanda do Norte
Inglaterra “mãe do esporte”
Motivo do Mundial

(...)

Para saber a história completa das duas copas, adquira o cordel.

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7ª COPA DO MUNDO
Chile 1962
8ª COPA DO MUNDO
Inglaterra 1966

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

As copas atravessaram 
As grandes transformações
Na cultura, na política
Houveram revoluções
O mundo se transformava
E nele a copa passava
Com muitas motivações 

Ano de sessenta e dois (1962)
O Chile é o país-sede 
E para ser campeão
Nenhum esforço ele mede
“Não temos nada”, dizia
“Queremos tudo” ele agia
Lema que à Copa antecede

As 16 seleções 
Que chegam ao Mundial:
Brasil, Itália, Iugoslávia
Alemanha Ocidental
Espanha, Inglaterra, Hungria
E o Chile que vivencia
Ser a sede oficial

Tchecoslováquia, Bulgária
Argentina e Uruguai
Colômbia, Suíça, México
E com esse grupo vai
A União Soviética
Formar a aritmética
E a Copa do Mundo sai

Seis jogos o Brasil fez
Já no primeiro venceu
2X0 contra o México
Que nem mesmo se mexeu
Mas no segundo empatou
No 0X0 ficou
Pois com os tchecos não deu

(...)


8ª COPA DO MUNDO
Inglaterra – 1966
Abdias campos 

A copa é na Inglaterra
E o ano é sessenta e seis (1966)
Vamos contar os detalhes
Todos eles pra vocês
Dessa copa que a arbitragem
Deixa manchada a imagem
Em favor do time inglês 

São 16 seleções
Classificadas pra copa
05 são americanas
E 10 delas da Europa
Apenas uma asiática
Pra variar mais a tática
Dos componentes da tropa

Brasil, Argentina, Chile
Inglaterra, Portugal
Coreia do Norte, Espanha
Alemanha Ocidental
Suíça, França e Bulgária
E tem mais outras na área
Para formar o total

A União Soviética
México, Itália e Hungria
E o Uruguai que joga
Futebol com valentia
Cada um pra disputar
Só o primeiro lugar
Que é o que tem serventia

O Brasil seguiu pra copa
Mas seguiu despreparado
Levou um time excelente
Porém desorganizado
Ficou na primeira fase
Naquela base do quase
Eis aí o resultado

(...)

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9ª COPA DO MUNDO
México 1970
10ª COPA DO MUNDO
Alemanha Ocidental 1974

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

A 9ª Copa do Mundo
Realizada em setenta (1970)
Sediada pelo México
É a copa que apresenta
Maior celeiro de craques
Uma turma de destaques
Que nessa copa arrebenta

E pela primeira vez 
Nosso país assistiu
Os seus jogos ao vivo
Que a Embratel transmitiu
Só para umas 100 cidades
Despejando novidades
Pelos cantos do Brasil

Foram estes dezesseis (16)
Países classificados
Pra participar da Copa
Com os jogos disputados
Nos gramados mexicanos
E que por diversos anos
Eles foram relembrados

Brasil, Bélgica, Bulgária
Marrocos e Israel
Tchecoslováquia, Suécia
E ainda vão pro papel
Inglaterra, El Salvador
E o Uruguai lutador
Tem seleção a granel

Alemanha Ocidental
A União Soviética
Itália, Romênia, México
Esta é uma copa eclética
Que ainda tem o Peru
Fazendo seu glu glu glu
Com sua pelota hermética

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11ª COPA DO MUNDO
Argentina 1978
12ª COPA DO MUNDO
Espanha 1982

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

A décima primeira Copa
Na Argentina aconteceu
No ano de 78
Vou contar o que ocorreu
O que foi mais relevante
De tudo o mais importante
Como se estabeleceu

A Argentina vivia 
Rescaldos da ditadura
A repressão era grande
Para qualquer criatura
Que ousasse discordar
Do governo militar
Que mantinha a linha dura

A conquista serviria
Pra atenuar a nação
No colo do futebol
Niná-la da opressão
Muitos os esforços feitos
Mas alguns deles suspeitos
Pra o time ser campeão

Em torneio americano
A Argentina era forte
Muitas vezes campeã
Mas não tinha a mesma sorte
Quando ia ao mundial
Para chegar a final
E mostrar o mesmo porte

(...)

12ª COPA DO MUNDO 
Espanha – 1982

A décima segunda Copa
Na Espanha promovida
No ano de 82
Foi uma Copa movida
Pelo desfile de craques
Jogadores de destaques
Que lhe apresento em seguida

Da Argentina: Ardilles,
Passarela e Maradona
E da Alemanha: Breitner
Indo na mesma carona
Da Itália: Paolo Rossi
Bruno Conti, que se endosse 
Outros dessa mesma zona

Michel Platini da França
E do Brasil um montão:
Zico, Sócrates, Oscar
Leandro, Junior, Falcão
Eder, Cerezo, Batista
Tem mais gente nesta lista
De craques da seleção

Telê Santana era o técnico
O melhor que o Brasil teve
Esta seleção voava
Mas o título não reteve
Três falhas foram bastante
Pra desmanchar num instante
Num jogo só, não conteve

Foi na Copa da Espanha 
Que pela primeira vez
24 seleções 
Deram bem mais robustez 
A uma Copa do mundo
Eu vou mostrar num segundo
Todas elas pra vocês
Para saber mais sobre essas duas copas, 
adquira aqui o cordel

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13ª COPA DO MUNDO
México 1986
14ª COPA DO MUNDO
Itália 1990

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

A décima terceira Copa
No ano de 86
É a segunda no México
E o foi a FIFA que fez
A Copa de Maradona
E da Argentina dona
Da Copa a segunda vez

Novamente 24 
Países no Mundial
Brasil, Coréia do Sul
Inglaterra, Portugal
Argentina e Uruguai
Marrocos e Paraguai
E Alemanha Ocidental

Polônia, Irlanda do Norte 
Escócia, França e Hungria
Dinamarca e Canadá
O México com alegria
Vendo-se anfitrião
Sonhava ser campeão
Como desejava um dia

Espanha, Itália e Argélia
A União Soviética
Bulgária, Bélgica, Iraque
Era uma Copa eclética
De países diferentes
Vindos de muitas correntes
De misturada genética 

(...)


14ª COPA DO MUNDO 
Itália – 1990 

O ano é o de 90
A Itália, o país Sede
A pior Copa do Mundo
Compará-la não se mede
A bola nela sofreu
Sofrendo, pouco correu
Relembrá-la ninguém pede

Com um futebol de várzea
Todo mundo na retranca
Burocrático e sem arte
Que o dito esquema desbanca
Um a zero, zero a zero 
Nada de futebol vero
Esmero de mula manca

São 24 países
Nesta Copa, reunidos:
Alemanha Ocidental
Espanha, Estados Unidos
Coreia do Sul, Egito
Mais o Uruguai escrito
Dentre tantos escolhidos

Áustria, Argentina e Bélgica
Tchecoslováquia, Brasil
Costa Rica, Camarões
Com Inglaterra se viu
Romênia, Suécia, Irlanda
Iugoslávia, Itália, Holanda
E o grupo se definiu

Com os Emirados Árabes
E a União Soviética
E mais Escócia e Colômbia
A copa quase patética
Pena que foi amarrada
Taticamente fechada
Mas podia ser frenética

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15ª COPA DO MUNDO
Estados Unidos 1994
16ª COPA DO MUNDO
França 1998

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

No ano de 94
Veio a 15ª Copa
Foi nos Estados Unidos
Melhor do que a da Europa
Assim vamos pontuar
O que aconteceu por lá
Que mereceu melhor nota

Foi o recorde de público
E o nível melhorou
De 2 pontos para 3 
Pra quem vencer aumentou
O futebol aplaudido
E o maior alarido
Nas partidas se escutou

Participaram da festa
24 seleções
Estados Unidos, Grécia
Noruega, Camarões
Nigéria, Suécia, Espanha
Argentina e Alemanha
E outras de outros rincões:

Coréia do Sul, Itália
Romênia, Suíça, Irlanda
Bulgária, Brasil, Bolívia
Tem mais time nessa banda
Rússia e Arábia Saudita
México e a Bélgica escrita
Marrocos, Colômbia, Holanda

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16ª COPA DO MUNDO 
França – 1998

A décima oitava Copa
Na França realizada
No ano de 98
Por ela foi conquistada 
Pela sua aplicação
Foi a 7ª seleção
Campeã dessa jornada

Com o melhor jogador
Melhor ataque também
Ainda a melhor defesa
E não teve pra ninguém
Nem mesmo o “Caso Ronaldo”
Mexe no excelente saldo
Que o time da França tem

São, pela primeira vez,
32 seleções
Iugoslávia, Noruega
Chile, Itália, Camarões
Tunísia, Romênia, França
Marrocos, na mesma dança
Inglaterra dos bretões

Brasil, Argentina, Bélgica
Irã, Estados Unidos
Coreia do Sul, Colômbia
E mais outros conhecidos:
Arábia Saudita, Espanha
Nigéria, Holanda, Alemanha
E os demais envolvidos

África do Sul, Escócia 
Dinamarca, Áustria, Japão
Bulgária, Croácia, México
E tem mais no caldeirão:
O escrete do Paraguai
Que como a Jamaica, vai
Mostrar sua seleção

(...)

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17ª COPA DO MUNDO
Japão e Coréia do Sul 2002
18ª COPA DO MUNDO
Alemanha 2006

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

Dois países como sede
Coreia do Sul, Japão
Copa de 2002
É a da transformação
O mundo globalizado
Chega também ao gramado
Da grande competição

Primeira vez que a sede
Em dois países ficou
Longe da America e da Europa
Primeira vez se jogou
Três seleções garantidas
As duas já escolhidas
E a campeã que passou

Foi também a última Copa
Que o atual campeão
Teve vaga garantida
Agora não tem mais não
As tais Eliminatórias
Tornaram-se obrigatórias
Pra vir pra competição

Daí só o país sede 
Tem a participação
Garantida para a Copa
Que ocorre em sua nação
Sua vaga assegurada
Dá-lhe direito a jornada
De país anfitrião

(...)

18ª COPA DO MUNDO 
ALEMANHA – 2006 

A Copa é na Alemanha
No ano de 2006
Brasil, Portugal, Angola
(Três que falam português)
É um caso inusitado
Este fato registrado
Foi pela primeira vez

32 seleções
Que chegam pra bater bola
República Tcheca, Ucrânia
Arábia Saudita, Angola
Coreia do Sul, Austrália
México, Japão, Itália
Cada um com sua escola

Gana, Sérvia e Montenegro
Togo, Costa do Marfim
Suécia, Suíça, Irã
Estados Unidos, sim,
Tem gente de toda a terra
Brasil, Holanda, Inglaterra
Pra chegar até o fim

Portugal, Tunísia, França
Argentina, Costa Rica
Mais Trinidad e Tobago
Tem mais água nessa bica
Paraguai, Croácia, Espanha
Equador e Alemanha
E com Polônia, aqui fica

Começa a Primeira fase
O Brasil entra em ação
1X0 na Croácia
E na próxima ocasião
2X0na Austrália
Depois meteu a sandália
De 4X1 no Japão

(...)

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19ª COPA DO MUNDO
África do Sul 2010
20ª COPA DO MUNDO
Brasil 2014

Autor: Abdias Campos
Folhetaria Campos de Versos

A 19ª edição
De uma Copa Mundial
Foi na África do Sul
Mundo multicultural
Primeira no Continente
Abrindo pra toda a gente
Essa semente global 

Ano de 2010
32 seleções:
Coreia do Sul, Nigéria
Eslováquia, Camarões
Nova Zelândia, Alemanha
Costa do Marfim, Espanha
Entre todos campeões

Estados Unidos, México
Inglaterra, Portugal
Coreia do Norte, Chile
Presentes no Mundial
Eslovênia, Paraguai
Sérvia, Japão, Uruguai
Desejosos da final 

África do Sul, Honduras
Brasil, Dinamarca, Gana
França, Argentina, Suíça
É muita gente bacana!
Argélia, Holanda, Itália
A Grécia junto da Austrália
Estão na Copa africana

(...)

20ª COPA DO MUNDO 
BRASIL – 2014 

20ª Copa do Mundo
É festa aqui no Brasil
Dois mil e catorze, o ano
Viajando a mais de mil
Pelas sedes brasileiras
Que recebem prazenteiras
A história que anuncio

Fica no Grande Recife
Terra de Joaquim Nabuco
Em São Lourenço da Mata 
A Arena Pernambuco
É copa, é cordel, viola
É frevo, é jogo de bola
Tudo no mesmo cumbuco

Estádio do Mineirão
Está em Belo Horizonte 
Dentro de Minas Gerais
Que por trás de cada monte
Põe um rio de alegria
Cachoeiras de folia
Que do futebol é fonte

Estádio Mané Garrincha
Em Brasília a Capital
De todos os brasileiros
Com seu mundo cultural
Com sua riqueza e glória
Acrescerá à história
Também este Mundial

(...)

Para saber a história completa das duas copas, adquira o cordel.


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